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Mostrando postagens de Novembro, 2016

#Desabafo: Estamos ficando com preguiça de "socializar"

Bonjour mon cher's...


O quanto do que acontece a nossa volta nós perdemos por estarmos com os olhos grudados nas telinhas dos smartphones?  Quantos livros você leu nesses últimos 30 dias? Quantas vezes você pegou um jornal para foleá-lo? Quanto seu dia foi produtivo? Quantos cálculos seu cérebro fez hoje?
É com esses questionamentos que começo o papo de café de hoje. Já parou pra pensar o quanto de tempo perdemos digitando nossos desabafos, inquietações e alegrias, publicamente? Ou ainda expor de que jeito estamos no dia? Ou então perceber o quanto estamos conectados e não conseguimos sequer ler por horas aquele livro favorito, mas ainda assim ficar "abitolado" em uma telinha de 5,5", lendo bobagens atualizadas de 5 em 5 segundos. 
Essa facilidade e acessibilidade à tecnologia, nos transformou em verdadeiros "robozinhos", que tem sua vida controlada por uma mini-tela na palma da mão. A ideia de poder fazer tudo por um aparelhinho, é realmente incrível e fantástic…

A aurora da felicidade: Ensaio sobre ter sincronicidades

Bonjour mon cher's...
"Seguir em busca de um sentido em meio aos mistérios do nosso existir. Olhar para dentro, ser parte do todo, fluir. Ser uma faísca de luz no universo em expansão. Nesse emaranhado de conexões, se permitir vivenciar. Perceber a sincronicidade da vida, ser infinito no amar."
(Trecho extraído do blog rotina e rabisco, inclusive tem umas ilustração que achei puro amor) link do blog: http://www.rotinaerabisco.com.br/sincronicidades/ 

Sabe quando você está em casa, pensando em alguém, e de repente, o telefone toca, ou uma mensagem chega. Do outro lado, a voz que responde ao seu "alô" e o seu "olá", é a da pessoa na qual, estivera pensando? Ou ainda na noite da véspera do seu aniversário você sonha com determinada coisa (exemplo uma borboleta). Um dos presentes que recebe no dia seguinte, é algo em forma do que havia sonhado. Sem contar comentários e do nada o assunto acontece. É coincidências desse tipo já podem ou não, terem ocorrido …

Transição

Ela transita de um lado para o outro... Ai de mim, que dói assim. Desacreditar, e nem se quer dar o trabalho de por tudo no lugar. Ela se fechou da vida um buraco... Ai de mim, pensar assim. Esquecer de brincar e se apaixonar. Dá sorte perguntou do que era feito o coração, que amargo o doce lhe dava a sensação. De transitar de gosto em gosto, de se encontrar em seu posto. De trazer pra fora a liberdade que vigora. E ainda ser o que escondia, de uma antiga sinfonia. Deixou de lado o receio e foi viver seu contexto. Na tua encarnação... a minha conjunção...
Juliana Rodrigues CaféRosa

Estranho

Estranho é, ter inspiração mas não conseguir tirar os pés do chão. Estranho é, colocar as falas  e ainda assim perder as rimas. Estranho é, ter liberdade de dizer, e sentir medo de enlouquecer. Estranho é, conseguir gritar mas se esquecer de se olhar. Estranho é, aflorar tudo no peito e não ter coragem de encarar a  vastidão com jeito.  Estranho é, mergulhar em  barrancos, e não querer conhecer  folclores insanos. Estranho ainda é, descansar-se todo brando e acordar sempre sonhando. 
Juliana Rodrigues
Estranho é querer falar tudo e não querer dizer nada ... De uma mente em devaneio, eis uma estranha "falta" de inspiração. 
CAFÉROSA

Fome de Amor: carência afetiva, relacionamentos vazios, comportamentos estranhos

Bonjour mon cher's...


Recebi esse texto há algum tempo, mas ele nunca se tornou tão real, tão verdadeiro, tão presente, que resolvi compartilhá-lo aqui.  Há hoje uma certa carência afetiva. É impressionante como as pessoas hoje em dia estão confusas, perdidas sem saber como agir quando o assunto é amor, relacionamentos, fidelidade, comportamentos femininos e masculinos. Até parece que algo muito grave anda acontecendo. Mas acredito para tudo isso ter chego a este ponto, em que homens e mulheres sentem-se constantemente insatisfeitos, e assim vivem a procura de satisfazerem suas carências, é porque há um motivo anterior, que trouxe toda esta confusão. Certo ou errado culpar decepções antecedentes, não sei dizer. Mas uma coisa é certa, estamos cada vez mais distantes uns dos outros, e vazios de nós, nos tornando carentes afetivamente, com pouca autoestima sem contar os problemas em se relacionar uns com os outros. 

Texto autor desconhecido, recebi em um e-mail há alguns anos (ORKUT su…