Funny Face (1957) - Uma aula de cinema
Uma resenha rápida de um dos meus filmes prediletos. O enredo do musical é bobo, datado as vezes machista, mas temos Stanley Donen por trás de tudo, que cinco antos antes entregava ao mundo "Singing in the rain", para arrebatar nossos corações.
Contextualizando a história do "patinho feio", uma revista de moda benquista nos EUA, está à procura de uma modelo que exale um ar inteligente e encontra uma vendedora de livros, que pouco se importa com sua aparência, e que é fanática por uma filosofia em voga na França.
A jovem letrada é interpretada pela maravilhosa Audrey Hepburn, que quer encontrar em sua vida, um filósofo de seus sonhos, do tipo inspirado em Jean Paul Sartre, ou coisa assim. Mas ao invés disso, quando esbarrada no fotógrafo (Fred Aistaire), que convence a revista levá-la até Paris, e no desenrolar do longa, se apaixonam.
Apesar de toda a história parecer boba, o filme vale, e muito. É uma reunião de muitos talentos Vale pelo charme de Audrey e Fred, pela criatividade solta, e muito a frente do tempo. Os créditos de abertura apresentam belas fotos de Richard Avedon, o fotógrafo de moda, que prestou consultoria ao filme e foi inspiração do personagem de Fred.
É uma aula de cinema, com seus "Split Screen" dividindo a tela em duas, três partes. Os grafismos, desenhos no meio da ação. Cores, fotografia, músicas, danças apaixonantes. Sim assisti uma, duas... cinco vezes, e minha conclusão sempre será a mesma, que vale muito, mesmo investir 1 hora e 43 minutos, do seu tempo.
Contextualizando a história do "patinho feio", uma revista de moda benquista nos EUA, está à procura de uma modelo que exale um ar inteligente e encontra uma vendedora de livros, que pouco se importa com sua aparência, e que é fanática por uma filosofia em voga na França.
Apesar de toda a história parecer boba, o filme vale, e muito. É uma reunião de muitos talentos Vale pelo charme de Audrey e Fred, pela criatividade solta, e muito a frente do tempo. Os créditos de abertura apresentam belas fotos de Richard Avedon, o fotógrafo de moda, que prestou consultoria ao filme e foi inspiração do personagem de Fred.
É uma aula de cinema, com seus "Split Screen" dividindo a tela em duas, três partes. Os grafismos, desenhos no meio da ação. Cores, fotografia, músicas, danças apaixonantes. Sim assisti uma, duas... cinco vezes, e minha conclusão sempre será a mesma, que vale muito, mesmo investir 1 hora e 43 minutos, do seu tempo.



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