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Café Rosa


2017 ... FIM.
Como é de praxe do bom e velho fim de ano, aqui se vão outros de tantos, 365 dias. E a avaliação anual ensaia na balança, a tabulação dos fatos levantados e então caracterizados. Me pergunto aqui, se os lados e os pesos estão por igual. Tal resposta assusta e satisfaz, assim ao mesmo tempo.

Listando as memórias, a conclusão é que 2017 foi bastante complexo. Altos... baixos... em uma sinfonia de medos, certezas, incertezas, descobertas, realizações, encontros, desencontros, decepções, entregas, perdas, ganhos, sem contar a quantidade de coisas novas, para a bagagem da vida. Aprendi a lidar com decepções, com o famoso coração partido, com o tempo e que este é realmente o melhor remédio para tudo. Vivi sob pressão e assim conheci a ansiedade, que acabou com meu equilíbrio emocional. Perdi a fé, a vontade de coisas que mais amava, me abandonei, deixei a autoestima cair. Então conheci gente que é GENTE, e que faz a gente ser GENTE também. Refiz minha fé, me reconectei com o universo. Encontrei forças em algumas pessoas fora de casa, que mesmo sem citá-las aqui, a gratidão vos deixo. Estudei assuntos diversos, enlouqueci com isso, mas me realizei e principalmente, me superei. 

Venci o medo de falar. Pois é, de falar, logo eu a tagarela dos caracteres. Aprendi técnicas novas, colori meus dias com muita arte. A vida fez questão de pregar uma peça, para testar minha espiritualidade, paciência, resistência. Perdi duas integrantes da minha família, uma delas levou meus pés, coração e vontade, embora. Conheci a dor da perda, a dor de sentir gelo no lugar de calor, mas isso me trouxe para mais perto de Deus, já que até então, não batíamos bons papos a tempos. Tive problemas de saúde por conta da ansiedade de concluir uma graduação. Presenciei amigos na pior, e nos reerguemos juntos. Ganhei de presente o dom da amizade, de encontrar e manter. Dancei, pulei, gritei, me diverti a beça. Conheci músicas maravilhosas e botei na playlist mais escutada. Me apaixonei por coisas novas e diferentes. Me formei.

Nessa melódica retrospectiva, embalo esse restinho de ano, com a certeza de que tudo que nos é apresentado, são aprendizados e muitos “XP” conquistados. Não viemos ao mundo com um manual de instruções. Ninguém sabe quando, onde e a que hora, vamos ganhar experiências. Mas sabemos que cada segundo é uma oportunidade única de se aventurar, seja para quebrar a cara ou subir no topo do Everest. Só vai. Tenho que admitir que fazer planos ajuda e muito, a organizar todas as metas a cumprir. Porém por que não se adaptar e aceitar o inesperado, como um item novo para carregar mochila? Sou grata a 2017 todinho, sim por inteiro. Foi aqui que escrevi um novo capítulo, e é aqui que me refaço, para viver tudo novo, de novo, de novo... não vou botar um ponto final nisso, vou deixar várias reticências, pois o livro não acaba aqui...  

A B R A C E   O   U N I V E R S O   AO   S E   R E I V E N T A R  em cada reticência ...


FELIZ 2018 
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Li uma vez que “O otimismo é a crença de que coisas boas vão acontecer com você e que acontecimentos negativos são retrocessos temporários a serem superados.”

Antes de tudo, responda a seguinte pergunta: SEU COPO ESTÁ MEIO CHEIO OU MEIO VAZIO? COMO VOCÊ VÊ A VIDA?

Esta pergunta nada mais é que de que maneira está a nossa percepção sobre a vida, ou seja, como cada um de nós percebe e interage aos desafios diários que nos são apresentados. Essa visão pode ser negativa ou positiva. 

Se você respondeu que o seu copo está meio vazio, é porque algo não está te agradando neste exato momento da sua vida. Porém você pode sempre escolher dar o foco positivo ou negativo. A única questão aqui é que segundo a "lei da atração", aquilo que der mais foco, é o que terá mais. É claro que todo dia será uma luta para vencer suas crises de ansiedade, seus monstros internos, os inúmeros obstáculos do magnetismo da bad vibe, mas saiba que forte não é aquele que nunca vai cair. É forte aquele que sempre vai conseguir se levantar. O importante é você sempre se questionar, se está tendo ou prefere mais que não está tendo (e quer")... ainda...? Isso ai vai te nortear em cada momento questionável. O pensar positivo é a manifestação do que deseja e quer ter mais (o não material) em sua vida. Está relacionado ao copo que está meio cheio... com múltiplas oportunidades a abrir.

Há nesse exato momento, pessoas convivendo com problemas financeiros, com a perda de alguém, de um emprego, com a luta pela saúde, lutando com seus próprios medos e desafios. Há por outro lado, quem está lidando com os desafios corriqueiros, como um pneu furado, o cancelamento de uma venda, um trabalho a ser finalizado, o "não" de alguma proposta, enfim... seja lá qual for o tamanho do seu desafio, ele vai passar e você será feliz, se apenas deixar. Pois a forma como você percebe, sente, procria suas adversidades, é o que irá revelar seu poder pessoal, para transformar o que tocar, em "good vibe", exercitará sua alma com paz e equilíbrio, e tocará a de outra pessoa, com felicidade e afeto. Enquanto uma pessoa negativa coloca o foco na tensão, a positiva foca na superação. Simplesmente porque tudo o que ela quer é ser e estar feliz.

Te desafio a encher o seu copo de vitalidade, amigos, conversas, risadas, otimismo, esperança, amor próprio e veja além da marca, porque o copo nunca estará pela metade, é só questão de estar e focar. 

Respire fundo, conecte-se com o universo... eu te prometo que TUDO VAI FICAR BEM! 
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"O tempo entre o sopro e o apagar da vela" - Paulo Leminsk

De costas eu sorri pro mundo, espelhei todos os sentidos mudos em uma vastidão de dizeres e aprendizados. Aprendi e reaprendi a sorrir em cada tropeço. Fiquei estática diante de situações que me brecaram. Mergulhei em um mar de emoções e sensações. Senti medo... arrepio... frio na barriga... congelei. Olhei pro alto e a vista era linda. Tive medo... e como tive. Tentei... consegui... tentei de novo... e ainda tento. Decorei cada caminho, para nunca esquecer de voltar. Habitei milhares e milhares de mundos, e em cada página me renovei. Sonhei. Apaixonei. Travei. Me libertei. Colecionei sorrisos, abraços, frases e enredos. Terminei um livro. Comecei um acorde. Dirigi um espetáculo de 24 atos. E o tempo simplesmente fez questão de correr. Quando dei por mim, tava aqui, sentada na varanda, esperando o tic tac dar uma pausa. O tempo entre o assoprar e o apagar da vela, só dita a quantidade de páginas a desenhar ainda. Enquanto isso, agradeço a cada sopro que a vida me permitiu dar. 

Au revoir 
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Sabe aquela pergunta clichê de toda reflexão: QUANTO TEMPO AINDA TEMOS PARA VIVER? De certa forma, esta é uma pergunta que nem merece resposta. Pode ser que nem eu consiga terminar este texto... Ou pode ainda ser, que você consiga lê-lo de maneira exaustiva. O fato é que, temos o tempo suficiente para estarmos aqui... vivendo... conhecendo... aprendendo... Se ele é muito ou pouco, para mim não importa. O tempo é relativo, a cada grau de importância em suas fagulhas. O tempo é quem dita a validade dos seus aprendizados, amadurecimentos, crescimentos, escolhas, atitudes e até mesmo e por que não, pessoas.   

Se de cada experiência adquirida nas janelas da nossa vida, além de subirmos de level e avançarmos para a casa seguinte, levássemos em pedacinhos de memórias, os sorrisos, abraços, beijos, acolhidas, conversas de estrada, paisagens recortadas nos km rodados por ai, os olhos que sorriem pra alma, as músicas que embalaram cada chegada e despedida, somariam todos os milésimos de segundos que foram aproveitados, no marcar do tempo. 

Entre todas as perdas, recebemos ganhos. Ganhamos mais uma página no dossiê da memória. Ganhamos duas, três... cinquenta doses de coragem, para prosseguir. Encarar o não imaginável, sai do nosso controle, e nem percebemos o quanto estamos ganhando em aprender com cada perda, desistência, retrocesso e insegurança. Isso tudo, nos mantém com os pés no chão, refazendo nossos pensamentos e escrevendo novamente, aquela listinha de coisas a se fazer antes de cada degrau a subir. A valsa da vida é uma constante competição, e o desespero de perder é iminente, que parece gritar aos quatro ventos, o quanto somos frágeis. 

O que realmente me importa, é poder sempre carregar na mochila o necessário para decolar. Sentir que por cada lugar que passei, deixei um pouquinho de mim. Mas também coube na garupa, o suficiente para nunca esquecer dali. 

Logo não me resta saber o quanto tempo nós temos. Só me basta saborear intensamente até não termos mais tempo. Porque "a vida é um sopro". (Oscar Niemeyer) 

Paz e bem.
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Sabe de uma coisa? Eu amo a ideia de liberdade. 
Amo ainda mais, me sentir livre.
Aquela liberdade que solta.
Liberdade que prende ao universo.
A liberdade que faz você conhecer-se a si mesmo e o mundo.
Ser livre para amar o que eu bem entender.
Livre pra rir das piores piadas.
Livre pra sentir o vento bagunçar o cabelo,
mesmo que o preço seja parecer um leão, com a juba toda solta.
Livre pra acordar e ficar de pijama até onde caber.
Livre para me permitir acreditar em tudo que me faz bem.
Livre até para fingir que não acredita no amor e ainda assim o tem como filosofia.

Toda essa liberdade me permite despregar do varal, minha alma recolhida.
Só que essa liberdade, não me possibilita entender o que passa dentro da minha liberdade interna.

A tenho e esqueço... porque sei que dela necessito, mas é nela que me perco.

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"Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar em vão, para trazer a linha de volta. É aceitar doer inteiro até florir de novo". - Caio Fernando Abreu


Já se sentiu vazio? Com aquela vontade de pular fora do trem e viver de novo? De dar play numa nova trilha sonora?

Pois é meu caro, a vida as vezes nos coloca em situações, que provamos daí, o gosto amargo de se descobrir e até redescobrir, o que somos, o que fazemos, para onde estamos indo e até que estação devemos parar. Dói relembrar o azedume da perda, da decepção, da derrota, mas também nos revigora ao saber que doce a vida é, se aprendermos com todas as amarras e sentenças dadas, a cada caminho feito, na trajetória do iludir e desvendar. 

Acreditar que amanhã será um novo começo, não é fácil. Pesa olhar o enredo todo e saber que, os personagens são outros agora. Mas que graça seria do espetáculo, se toda vez fosse a mesma história, repetindo as mesmas falas, narrativas, e o making off nunca mudasse? É graça nenhuma, já que a beleza de tudo é no final, ter conhecido, aprendido, vivido, todos os sorrisos, todas as pessoas. 

É tão claro que ser forte, é a nossa maior fraqueza. É mais claro ainda, que estamos sujeitos a se encantar, desencantar, chorar, rir e ainda assim, criar asas e desbravar o mundo, com leveza, pureza e entrega. Coloque o prefixo re no começo, que no final tudo ficará bem...

RE viver
RE fazer
RE construir
RE começar

Porque há um novo nascer entre os tropeços e recomeços.

Um novo RE para mim, para você, para todos nós.
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Já parou pra pensar que a geração dos vinte e tantos anos, vivem em crise existencial o tempo todo? Isso se deve ao fato de que nos damos conta que, o círculo de amigos é menor do que há alguns anos. 


Dá-se conta, de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudos, namorado(a), etc. E até ainda acaba por vezes desfrutar da tal da "cervejinha", como desculpa para conversar um pouco. As multidões já não são tão divertidas assim, e as vezes até incomodam.

Mas percebe que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros nem eram tão especiais como achava, e simplesmente somem. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Parece que todas as pessoas que você conhece, já estão namorando há anos e alguns até se casam, isso te assusta. Sair três vezes por final de semana te deixa esgotado e significa muito dinheiro para o seu pequeno salário, isso se tiver salário.

Olha para o seu ofício e, talvez, este não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo, nesse estágio da vida. Ou talvez, ainda esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo, o que lhe dá um pouco de medo. Todo dia é uma batalha de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais contundentes.

Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando pouco mais que o normal, porque apenas tem certos laços em sua vida, que te adicionam coisas na lista do que é aceitável pra você, e o que não lhe convém. As vezes você é um gênio e invencível, outras... Apenas com muito medo, frustado e muito confuso. Você se preocupa com o futuro, dinheiro, carreira...

E com construir uma vida para você. E enquanto isso conquistar esse futuro grandioso, te deixa exausto, frustado. Passa a admirar pessoas que dão conta de várias coisas ao mesmo tempo, mas não se identifica, porque as cobranças vêem de todos os lados.

O que talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto, nos identificamos com ele. Todos que passam pelos "vinte e tantos" temos essa crise interna de querer dominar o mundo, mas não dominamos nem nosso coração, queremos ser invencíveis, mas esquecemos da fraqueza que nos limita de tirar os pés do chão, de vez em quando.

Todos nós que temos "vinte e tantos", gostaríamos de poder voltar nos 15 e 16 algumas vezes. Lá parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça... Mas te garanto brincar de ser adulto é mais confuso ainda. Você tem que ser o filho exemplar que vai à faculdade e tira notar legais, o responsável das suas contas e escolhas e ainda o super herói do dia, por ter feito milhões de coisas e ainda estar inteiro.

Mas saiba de uma coisa, é a melhor época das nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por conta dos medos.... Já ouvi dizer que essas passagem de tempo são o cimento do nosso futuro. É parece que foi ontem que tínhamos 16... Então, amanhã 30. Sim, assim mesmo, tão rápido. 
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O quanto do que acontece a nossa volta nós perdemos por estarmos com os olhos grudados nas telinhas dos Smartphones? 
Quantos livros você leu nesses últimos 30 dias?
Quantas vezes você pegou um jornal para foleá-lo?
Quanto seu dia foi produtivo?
Quantos cálculos seu cérebro fez hoje?

É com esses questionamentos que começo o papo de café de hoje. Já parou pra pensar o quanto de tempo perdemos digitando nossos desabafos, inquietações e alegrias, publicamente? Ou ainda expor de que jeito estamos no dia? Ou então perceber o quanto estamos conectados e não conseguimos sequer ler por horas aquele livro favorito, mas ainda assim ficar "abitolado" em uma telinha de 5,5", lendo bobagens atualizadas de 5 em 5 segundos. 

Essa facilidade e acessibilidade à tecnologia, nos transformou em verdadeiros "robozinhos", que tem sua vida controlada por uma mini-tela na palma da mão. A ideia de poder fazer tudo por um aparelhinho, é realmente incrível e fantástico. O problema é a febre tecnológica, que talvez tenha privado o mundo do mundo.

Estamos tão acostumados com esses objetos automáticos, onde tudo é muito rápido e sem a necessidade de se locomover, para buscar tudo o que queremos. Essa aí é a tal da "Geração Z". Jovens "nativos digitais". Ai esse mundo sem a tecnologia, não seria o mesmo mundo. Uma geração em que a globalização é automática, sem gastos de energia física alguma. Com apenas um clique e uma pessoa do Brasil conhece uma do outro lado do mundo, que duas pessoas de cidades, estados diferentes, criam um laço de amizade, tão facilmente. Mas muitos são os dotes dessa geração... a facilidade de se adaptar e se acostumar com as inovações no mundo, é um bom exemplo, bem como ter a capacidade de fazer várias atividades ao mesmo tempo. Vão de um computador para a televisão, depois para o celular e ainda voltam ao computador. Coisas que a geração de seus pais, jamais se adaptariam fazer (bom a minha também não rsrs). 

O que também há muitas falhas nas relações dessa "geraçãozinha". A falta de socialização com o mundo real, a adaptação em um trabalho, a falta de compreensão e paciência com as demais gerações, e ainda a não criação de maturidade, para certas ocasiões importantes. Aí vai um bom exemplo.
Talvez você esteja lendo esse texto sozinho, em seu quarto, na sua sala, aproveitando que não há nada para se fazer, neste curto espaço de tempo. Mas talvez, ai do seu lado, tenha um amigo, parente em sua "companhia". E após ler tudo isso aqui, você vai responder todas as mensagens do Whatsapp, ver as atualizações do Instagram e do Facebook. E enquanto isso, a pessoa que está ao seu lado, nota o quanto sua companhia é chata, monótona, dispensável e tantos outros adjetivos, que você não nota, porque está muito ocupado, vivendo o seu mundo, dentro de uma tela.

Essa necessidade de mostrar, compartilhar, ser curtido, rapidamente nos tomou. Você quer que vejam que hoje seu prato de comida é saudável, quer que todos saibam que você leu a um texto sensacional, ou que notem o quanto a música que você ouviu a pouco é boa. Você precisa ter muitos “likes” no seu pensamento ou na sua foto. E não quer, de maneira alguma, perder uma notícia sobre a vida alheia, mesmo que seja para critica-la. Paralelo a isso você ainda tem a facilidade de falar 24 horas com quem quiser e ainda criar grupos com seus amigos, tornando seu dia mais descontraído. Se nada disso puder lhe satisfazer, você ainda tem uma rede social apenas de imagens (vídeo e foto) onde você acompanha até o que o Caio Castro está fazendo nesse exato momento. Mas e pessoalmente? Você troca essas conversas? Troca "olhar nos olhos"? Difícil né não...

Conversando com um amigo, chegamos a conclusão de que, não temos "pique", vontade, disposição de fazermos as mesmas tarefas que a gente realizava antes desses "Smartphones". Antes eu lia um livro no máximo em dois dias, e ficava presa ali, viajando e me jogando em várias aventuras. Hoje começo folhear um livro, chega na quinta página, começo a bocejar já. Mas um artigo, um "textão" do facebook, ninguém tem preguiça né. E ainda ele usou a seguinte frase: "passamos os últimos cinco mil anos, sendo escravos de senhores, que nos obrigavam a tal ato, para hoje sermos escravos coniventes da técnica - assustador."

Ainda fecho com a reflexão de que, vivemos procurando relacionamentos saudáveis, amizades verdadeiras, amores de "contos de fada", amores intensos... Mas estamos tão preocupados em fazer grandes declarações para receber curtidas, aceitamos todas as pessoas que nos adicionam, para dizer que tem bastantes "amigos", avaliamos uma variedade de cores e poses, mas não olhamos nos olhos com sinceridade. Ah! Geração carente, fria e pobre de valores, espírito e vontade. 

Saia um pouco do facebook, você não tem nem metade daquilo de amigos... pare de abrir o whatsapp a cada milésimo de segundo, seu cérebro agradecerá por não ver tantos videos, correntes e fotos sem sentido algum... não fique atualizando toda hora o instagram, você é muito mais bonito que qualquer filtro. 

Vamos nos desconectar para nos conectar.
Dê valor aos olhares sinceros, as conversas de bar, aquele friozinho na barriga ao trocar energia com o universo. 
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"Seguir em busca de um sentido em meio aos mistérios do nosso existir. Olhar para dentro, ser parte do todo, fluir. Ser uma faísca de luz no universo em expansão. Nesse emaranhado de conexões, se permitir vivenciar. Perceber a sincronicidade da vida, ser infinito no amar." 

(Trecho extraído do blog rotina e rabisco, inclusive tem umas ilustração que achei puro amor) link do blog: http://www.rotinaerabisco.com.br/sincronicidades/ 


Sabe quando você está em casa, pensando em alguém, e de repente, o telefone toca, ou uma mensagem chega. Do outro lado, a voz que responde ao seu "alô" e o seu "olá", é a da pessoa na qual, estivera pensando? Ou ainda na noite da véspera do seu aniversário você sonha com determinada coisa (exemplo uma borboleta). Um dos presentes que recebe no dia seguinte, é algo em forma do que havia sonhado. Sem contar comentários e do nada o assunto acontece. É coincidências desse tipo já podem ou não, terem ocorrido com você. Mas certamente você conhece alguém que já narrou esse tipo de experiência. Para os mais racionais (como eu sempre pensei), fenômenos assim não passam de uma simples coincidência. Para outros, aqueles que tendem sempre a fazer uma leitura mais "mágica" da vida, tais coincidências, podem ter várias e inúmeras interpretações, até mesmo significados, ou ainda serem vistas como "sinais divinos". Eu mesma nunca reparei na quantidade desses fatos ocorridos nos dias. Até nessas duas últimas semanas, o que se tornou muito frequente e um tanto curioso. Portanto fui pesquisar sobre, e o assunto se tornou corrente, exatamente com a mesma pessoa que me fez enxergar esse tipo "significativo". 

Etimologia: Sincronicidade é um termo inventado pelo renomado psicoterapeuta Carl Jung (1875-1961). É o aparecimento de “coincidências significativas” na sua vida, sendo na maioria das vezes improváveis, irônicas e bastante úteis.

Pesquisando sobre, entrei em vários conteúdos, todos muito interessantes, e cabíveis para cada crença pessoal. Mas a que eu acho mais legal e interessante, mais sugestiva ao que de fato nos acontece, e que acredito, é que esse fenômeno é uma sugestão do Universo e um sinal de sua intuição e conectividade com ele. Se assim você tem experimentado sincronicidade, isso quer dizer que você tem estado no lugar certo e na hora certa. Olha só que legal. E será que estamos prestando atenção suficientemente nisso? Mesmo que alguns digam que a possibilidade de um evento como esse é bastante baixa, para muitas pessoas as sincronicidades acontecem o tempo todo. Comigo pelo menos umas duas ou três vezes por dia é comum. É um evento mágico que nos da a possibilidade de reconhecer, que estamos no caminho correto e abertos à orientação espiritual. 

Mas e aí, como saber se você está vivenciando a experiência de sincronicidade? 

Mas como saber se você está vivenciando experiências de sincronicidade? Aqui vão alguns exemplos comuns:

  • Encontrando "por acaso", recebendo uma ligação, uma mensagem ou um email de alguém, que você estava pensando a respeito e muito queria falar.
  • Cruzando aleatoriamente com um produto que pode solucionar um determinado problema seu. E de repente o anúncio ou o item chega até você, dizendo: "Aqui! Isso é exatamente o que você precisa!"
  • Assistindo algum filme ou série que possui uma história que se parece com as suas próprias questões atuais. 
  • Ouvindo desconhecidos em públicos falando sobre coisas que você vem refletindo ultimamente. 
  • Recebendo uma mensagem reanimadora e sempre na hora certa. 
  • Compreendendo uma incrível sincronia. Uma coisa após a outra é percebida exatamente no momento correto e tudo se alinha perfeitamente.
  • Você desejar tanto uma música e a banda do show em que está, tocar segundos após.
  • Sentir uma sensação de algo está acontecendo com alguém de seu conhecimento, afeto, e de fato está.

Esses e outros tantos... Esteja atento aos sinais!! Embora estes sejam "grandes" exemplos, a sincronicidade é um fenômeno ilimitado, podendo acontecer em diferentes áreas na sua vida.

Você já passou por alguma destas situações? Ou ainda têm outros exemplos de sincronicidade? Comente e compartilhe, vou adorar saber que você também está conectado com o "acaso" do universo.

Vou deixar alguns links para se tiverem curiosidade, derem uma aprofundada no assunto. Vale a pena!!!

Talvez se não fosse a sincronicidade aqui o que seria que faria uma circunstância nova assemelhar-se a uma há muito conhecida? Coincidências? Repetições? Qual é o limite do ser em si? Este espaço tem a pretensão de consumir-nos a cerca dessas questões... E a graça ta aí de o "acaso" servir só para os preparados de plantão !!!! O acaso está aí para quem está pronto para vivê-lo !!!!!

Au Revoir...

Links relacionados
STUM - http://somostodosum.ig.com.br/artigos/espiritualidade/sincronicidade-3425.html
A mente é maravilhosa - http://amenteemaravilhosa.com.br/casualidade-nao-existe-existe-apenas-sincronicidade/
Luz da terra - http://www.luzdaserra.com.br/sincronicidade
Instituto União - http://www.institutouniao.com.br/desenvolvimento-pessoal/atencao-intencao-intuicao-e-sincronicidade/
Penso positivo - http://pensopositivo.com.br/processo-da-sincronicidade/






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Recebi esse texto há algum tempo, mas ele nunca se tornou tão real, tão verdadeiro, tão presente, que resolvi compartilhá-lo aqui.  Há hoje uma certa carência afetiva. É impressionante como as pessoas hoje em dia estão confusas, perdidas sem saber como agir quando o assunto é amor, relacionamentos, fidelidade, comportamentos femininos e masculinos. Até parece que algo muito grave anda acontecendo. Mas acredito para tudo isso ter chego a este ponto, em que homens e mulheres sentem-se constantemente insatisfeitos, e assim vivem a procura de satisfazerem suas carências, é porque há um motivo anterior, que trouxe toda esta confusão. Certo ou errado culpar decepções antecedentes, não sei dizer. Mas uma coisa é certa, estamos cada vez mais distantes uns dos outros, e vazios de nós, nos tornando carentes afetivamente, com pouca autoestima sem contar os problemas em se relacionar uns com os outros. 


Texto autor desconhecido, recebi em um e-mail há alguns anos (ORKUT substituem por outra qualquer rede social de hoje em dia) ... 

"Estamos com fome de Amor"

"Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em "closes" ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dance", incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvida? Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós. Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra ser sozinho!" Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos,plásticos, quase etéreos e inacessíveis. Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa. Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega. Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois. Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele ? Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é 'out", que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: "vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Será que teremos tempo para nós?


Será que teremos tempo para os outros?
Será que teremos tempo para o AMOR?

Au revoir...


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Aniversariar é viver... Viver é abrir a Janela da alma, para se olhar a vida lá fora...

Nessa época, quando estamos perto conquistar mais uma "janela" da nossa vida, perto de agradecer nossas conquistas e renovar nossos desejos para essa próximo número, o qual chamamos de idade, é normal existir qualquer tipo de melancolia. É que abrimos a janela da nossa alma, para enxergar vidas lá fora. Com o olhar que vem do nosso EU de dentro, ficamos sabendo o que temos, mas também reparamos no que perdemos e ainda o que nunca tivemos. Há um universo secreto de cada um de nós... Há um poço de desilusões, sonhos, amores, desamores ou desconfiança. Podemos ter relacionamentos felizes, saudáveis e viagens em todas as férias, mas ainda sermos frustados no trabalho. Podemos ter um destaque na vida profissional e amigos para toda hora, mas o relacionamento feliz e saudável acabou e, junto com ele, foi-se embora toda a alegria do amor. A cada "level" alcançado, relembramos nossas dores, alegrias, e conquistas... Abrimos um caminho para o futuro. Avistamos uma ponte de coragem que nos espera para a cada avanço desse jogo da vida. Nem mesmo a falta de resposta a uma mensagem enviada com tanto afeto, ou a ausência dos braços que outrora nos abraçaram, ou ingratidão daqueles que não reconhecem nossa amizade, nem toda desavença, intriga, nada disso irá nos diminuir diante de nós mesmos. Somos gente que conquista a felicidade devagar, dia após dia, com garra e vontade. Como já disse Fernando Pessoa, "a minha tristeza é sossego, porque é natural e justa. E é o que deve estar na alma." Nossa alma é como um pastor que conhece o vento, o sol e a chuva. Nas estações da vida, aprendemos a sentir e a olhar.

Talvez hoje eu pudesse escrever sobre os últimos dias, 23 anos que vivi. Mas que tal falar dos próximos 23, 30, 40...?
Quero viver sem me preocupar com questões... Quero viver sem me lembrar do passado... Quero viver sem o medo de viver... Quero viver e apenas viver. Quero me apaixonar por um sorriso e sorrir junto... iluminar as janelinhas dos olhos... Amar a pessoa que o espelho reflete todas as manhãs. Encarar a janela dos desejos e esbanjar sonhos. Desenhar um horizonte além da janela... exagerar nas cores e fazer florescer todos os campos que minha vista puder alcançar. Ir além, muito além... Abrir a janela da vida e ser plena em cada coisa ainda que pareça pequena. Viver com espontaneidade de uma criança. Debruçar na janela e olhar a vida passar através dela. Repare. Há felicidade em todos os lugares... Em cada uma dessas questões... Hoje uma nova janela se abre pra mim... 23 agora novos sonhos, responsabilidades... A brisa da noite e o aroma das flores por onde dançarei, me prendem uma nova atenção. Então é hora de pendurar as dores no varal, enquanto me deliciarei de uma valsa particular. Há centenas motivos para se agradecer nesses 23 vividos... Por cada erro, cada acerto. Cada aprendizado e cada recomeço. Cada sorriso, beijo, abraço. A felicidade pode ser efêmera, mas ela sempre volta... Assim, a cada casa avançada. A tristeza nos dá um descanso, porque somos felizes quando suportamos nossas dores.

Eu não tenho medo de aniversariar... Tenho é medo de não aprender a evoluir, a cada vez que o jogo avança. 

Obrigada 6 de Outubro... Até breve !!!!!

Au Revoir...

JULIANA RODRIGUES
CAFÉ ROSA

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Vem cá, me dê um sorriso...
... me acorde só de riso.
Vem cá, me mostre a tua face...
... só me encante e me abrace.
Vem cá, se encosta e me aqueça...
... se enamora, mas não me esqueça.
Vem pra cá, aqui é o paraíso...
... vai ver, é disso que preciso.

De teu lugar,
gritar pra bem longe.
Do teu aviso...
de lá que é só riso.

Talvez este sorriso não seja pelo momento atual. Talvez nem o meu e nem outros sorrisos, todos aqueles jogados aos quatro ventos, sejam pelo presente. Alguns nem reais são. Talvez esses sorrisos são apenas uma esperança de um dia poder sorrir de dentro pra fora, e não de fora pra fora. Pode ser que esse sorriso nunca penetrou de verdade em nossos corações. Mas é feliz pensar, que cada um desses, já fizeram alguém sorrir de verdade. Faz bem ver que esse nosso sorriso, já pode ter feito alguém feliz e sorrir com o coração. Não é que esses abrir de sorrisos são máscaras para esconder nossos pesares. Mas os sorrisos que vemos, são como etiquetas em roupas de grife. Aquela marca em si pode-se dizer muita coisa. Apresenta... convida... e até mesmo vende o produto, mas nem sempre nos dá garantias de sua durabilidade e qualidade. Afinal as aparências são feitas para mostrar o que apenas nos convém ser mostrado. Mostramos o que queremos. As pessoas interpretam o que vêem. Mas os sorrisos podem ser soltos mesmo que não venha com abraços e olhares. Ainda assim não se deixa de sorrir. Se o sorriso é totalmente condizente com o nosso estado de espírito, isso é apenas um detalhe. Deixar de sorrir, não vai melhorar, nada nunca. Sorria! Só ria! Gargalhe... Grite... Se jogue... Abra os dentes... Sorri com os olhos.... Uma hora dessas aquele estado de espírito, vai condizer com esse sorriso. 

Vem cá, me dê um cheiro...
... me alimente do teu jeito.
Vem cá, me conquiste...
... me vista e me arrisque.
Me encaixei...
Desmanchei...
Despertei...
Silenciei...
        ... E vi ...
... a beleza mais sutil...
     ... de um simples assim
e um aí... sorri.

Venha "só-rir" em Outubro.
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"Outubro no teto, passos de pássaros, gotas de chuva..." - Paulo Leminsk 


Outubro mês de muitas cores, sabores, sensações e emoções... Mês que para os católicos, vem como o mês das missões, do rosário... De Nossa Senhora Aparecida. 



Mês de 23 motivos para viver-se de novo. 

Em 27 dias, porque já pulei dois... descrevo aqui as cores de Outubro... Em textos, rabiscos, o que o coração me propuser. Palavras sortidas, rabiscadas ao vento, que me dirão de você Outubro. Que seja um bom dia, todos os dias!!

Desfaça e me retrata...

Me pega e desapega...
Me corteja e despeja
Meus medos em seus receios...
Em teu colo...
me vê um galanteio...
No acordar da melancolia,
as ruas que me engolia.
E o breu do teu querer,
dá a minha alforria.

Que a felicidade seja o segredo e a coragem a essência... Bem vindo mês lindo 


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É isso aí, para aqueles que já me conhecem, sabe o quanto sou intensa em meus apegos e desapegos. E aos que não me conhecem, bom deixa eu aqui me apresentar então. 


Bonjour, quem vos escreve é Juliana. Tranquila? Talvez. Equilibrada? Nem tanto. Profunda, funda? Sim aos prantos. Sou colorida, cheia e vazia. Inquieta, vibrante, impaciente. Tento ser o que eu não sou. As vezes sigo um padrão e que ao mesmo tempo, eu mesma o quebro. Sou um tanto tripla, exótica, excêntrica. Além disso, o oposto ao normal me atrai. Sou única, exclusiva, conectada, surreal. É posso ser conceitual, obscura, criativa, vivida, melancólica, dual, contraditória, vaidosa. Gosto de café, mas me derreto em um bom chá. Sou das artes. Sou da física. Sou da música. Sou da vida. Sou de sorrisos e abraços. 

Cheiros e beijos. Sou inverno. Sou verão. Sou as quatro estações divididas em frações. Sou um ponto de interrogação. De exclamação. Uma vírgula. Só nunca um ponto final. Sou grande. No literal e no metafórico. Me visto de 1,79 m de altura. Se as vezes me importo com isso? Praticamente 24 horas. Mas dá 5 minutos e ligo o "tô nem aí", pinto as unhas de vermelho e me refaço de novo. Sou pesada. Sou leve. Fácil de quebrar. Um contraste de cores. Ora branca, ora preta, ora azul. Nunca cheia, nunca preenchida. Por vezes não me encaixo ou caibo no meu meio, mas é por ai que também se há cor. Sou feita das madrugadas. Mas também de bom dia. É na noite que eu me acho. É nas manhãs que me movo. Nesse misto de contradições, me desfaço, refaço, conheço, desconheço, intensamente. 

O coração é o centro do meu mundo. É o reservatório de tudo aquilo que eu sou e posso oferecer. É a minha bússola, meu prumo, minha consciência, a intuição e inspiração. Meu canal de contato com Deus. É dele que provém minha poesia, a minha fé, minha coragem e o meu talento de acreditar nas pessoas e na vida. O meu coração é o meu guardador de sonhos, de saudades e de amores - inclusive e principalmente o próprio. Amores, cores e sabores. É ele quem me permite perdoar, escutar, entender, confiar, esquecer, escolher. O coração é meu reino. Terra sagrada, onde eu sou a rainha dos meus sentimentos. Sentimentos que as vezes não me deixa ir pra frente, amadurecer, mas que também me faz crescer, me mantém viva e cheia. É o cordão umbilical da alma, que bate, toca, arrepia e faz levitar. A intensidade é minha fonte de inspiração. Eu me apaixono sim. Me emociono sim. Choro, sorrio, grito e canto. Vou ser intensa até quando eu respirar. 

A minha diversidade de gostos realça os sons da minha própria melodia, de ser uma em um milhão. De me emocionar ao ver cantor/banda favoritos. De vomitar palavras ao vento. De soletrar AMOR a quem quiser ouvir. Sou pessoa intensa, sofro por isso. Tem coisas que sim, somente quem é intenso irá entender. Desde o cair de cabeça em uma relação, até decidir nunca mais olhar na cara. Sim somos assim. Vivemos assim. Entretanto, ser intenso não quer dizer que somos pessoas sempre decididas ou que cultivamos o nosso orgulho. Não quer dizer que toda vez somos seguros de nós mesmos, ou que não ficamos em dúvida, sobre qual caminho tomar. Somos tão normais quanto qualquer ser humano. 

O que quero dizer, apenas, é que, quando colocamos na cabeça que algo não nos cabe mais, ou que aquela chance precisa ser agarrada com unhas e dentes, nós bancamos a decisão. Nos jogamos sem medo. Não é fácil ser assim. Também não quer dizer que eu sou assim. Fácil mesmo é quebrar a cara. Há quem se aproveite de pessoas assim. Que longe de sermos ingênuos por quer "fazer acontecer", só não conseguimos entender porque ainda aqueles, que ficam com medo da temperatura da água, ou do quão fundo é o poço. Não enxergamos o cabimento na protelação, no adiamento sem fim, na falta de sinceridade. Agir dessa maneira me faz mal? Lhe respondo com todo meu peito, que sim. Me causa transtornos, me coloca à prova de várias situações, mas pelo menos me mostra quem é quem. Ferir a alma é o de menos, quando se consegue poupar a vida de seguir com quem não quer ficar de verdade nela. Há dor e delícia, em ser intenso. O problema é que intensidade ás vezes assusta, afugenta, oprime. E quem é intenso, corre o risco de ficar sozinho. Mas correr riscos faz parte da maravilha viagem de viver. 

Eu desejo que ao menos uma vez, todo mundo prove o gosto de ser assim. Que se encantem com promessas, com ou sem a certeza de que elas dão pé - fazendo assim por onde, para concretizá-las. Que corram sem medo, atrás dos seus sonhos - afinal um sonho realizado, é sempre um sonho lindo, um sonho não buscado, é apenas um sonho, sonhado. Que amem e queiram gastar todo sentimento em um único dia - mesmo sabendo que sentimentos assim, possuem tendência ao infinito. 

Que sejam, ao menos uma vez, intensos como uma cantiga de amor... Como um acorde de uma obra prima... Como uma boa conversa de bar.

Só seja intenso, assim... do meio... do fim... do começo...

"A ordem das árvores, não altera o passarinho." - Tulipa Ruiz
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Humanidade... Conectividade... Sentimentos... Ensinamentos... Sensações... Emoções...

Ah como somos feitos de uma diversidade de "codinomes" né não? Somos humanos, nos conectamos em vários nós e meios. Sentimos um barco de coisas, que oscila entre negativo e positivo. Nos ensinamentos, ensinamos. Aprendemos com nossos erros e acertos. Acreditamos que cada sensação é uma emoção nova. Nesse coletivo da realidade, pode-se notar que objetivamente, a nossa vida é uma dança, porque tudo na natureza é movimento, ritmo, da contínua transformação em um eterno fluir. A dança é a fonte da vitalidade. Vitalidade é energia, é força, ação, expressividade, capacidade criativa, consciência. E de fato não somos tudo isso? Precisamos aprender a dançar-viver, em harmonia com essa vida-dança, cósmica. 

Através da espontaneidade, cria-se uma dança. Se propõe uma forma, um caminho para lidar com seu próprio corpo, com seu ritmo, com suas emoções e expressividade. Partimos então de uma linguagem corporal subjetiva, tornando ela objetiva, à medida que há entrega nas coisas da vida, buscando o que você tem dentro de si. Só assim podemos compreender a importância dessas "novas" propostas, que levam ao caminho do autoconhecimento, e trazem grande contribuição para o aprendizado humano. Aprendizado este que apresenta a dinâmica da vida, que as vezes nem percebemos como interferem no nosso cotidiano, mas estão sempre ali, querendo ver nossos pés brincarem, como dança. 

Existem "N" motivos para se querer dançar... 

Em particular, eu sinto vontade de dançar quando estou feliz, quando estou triste, quando estou sem fazer nada e até quando estou precisando gastar minhas energias. Quando bate aquela vontade louca de me desprender do mundo e sair deslizando por aí. Quando mesmo sentada, escuto aquela batida que toca fundo na alma, os pés já se descolam do corpo, e se embaralham em movimentos. Quando estou a fim de fazer minha revolução, afinal a vida é isso, a REVOLUÇÃO de se descobrir.

E aí, o que te faz querer dançar?

Uma música excitante? Uma companhia? Aquela festa? Sua conquista? Um pedido?

Não importa o motivo... Dançar não é só sair se "mexendo" por todos os lados. Dançar é liberdade, é expressão, é querer viver. E o que deve te querer fazer dançar, são os sorrisos diários, as atividade cotidianas... Sua autenticidade já é motivo suficiente para querer dançar à vida. 

Ligue a sua música favorita... conecte a alma ao mundo e venha dançar... Há um mundo esperando pelo seu espetáculo.

Deixe nos comentários, a caso se quiser, o que te faz dançar... Vou adorar saber o seu motivo !

E aí vai querer dançar?

Au Revoir...

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Ah a inspiração !!!! 

Quando vem ninguém segura... E dessa vez não foi diferente... Rede Social - Facebook - Navegando, um GIF me chamou atenção. Basicamente se trata de uma linha do tempo crítica de como nessa evolução tecnológica, tudo o que precisamos, encontramos em uma tela de ipad, smatphones, notbooks... Uma verdadeira conexão em rede. 

 (GIF da inspiração)

Então vamos a poética definição da letrinha do alfabeto, que deu nome à geração vigente.


"Ô" geração do dedinho fixado,
do olho vidrado,
das conexões,
das várias definições. 
Que busca sua individualidade,
que quer tranquilidade. 
Que curte e compartilha,
luta e vive na pilha.
Que impõe opinião,
critica e ainda é chamado 
de sem noção. 
Que faz tudo ao mesmo tempo,
e está sempre agitado,
andar com o fone ligado,
é o seu maior passatempo.
Já sabem o que querem,
pois vieram prontos,
ai quanta criatividade,
"Ô" geração dos memes.
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06 de Outubro de 1993, há 22 anos Juliana Cristina Rodrigues vinha ao mundo.

Fazer aniversário te traz experiências, vontades... é cortar o tempo... e quem teve essa ideia de se cortar o tempo em fatiais, o qual recebeu o nome de ano, este sim foi um gênio. Simplesmente "industrializou" a esperança, fazendo-a funcionar como limite de exaustão. Exaustão de um mesmo tempo, de uma mesma vida, rotina, de um mesmo dia. Doze meses e 365 dias, dão para qualquer ser humano, motivos de se cansar e entregar os pontos. Mas daí entra o milagre da renovação, aquele de se fazer novas promessas, e que tudo começa outra vez, com um outro número, e uma outra vontade de acreditar que daqui pra frente será diferente. 

Talvez seja apenas um simbolo, onde cada etapa marca uma fase... A fase dos primeiros passos, das primeiras falas... de se aprender a fazer tudo sozinho, como se lambuzar ao comer apenas um prato de arroz e feijão. De pedalar pela primeira vez em uma bicicleta e voltar pra casa cheia de arranhões e ralados ao cair.  De brilhar os olhos ao ganhar sua primeira boneca, ou carrinho. De brilhar os olhos ao ganhar seu último brinquedo também. De aprender a entender o alfabeto e juntar tudo, formar suas próprias frases, e nunca mais deixar de falar e escrever. De ir pela primeira vez à escola. De fazer seus primeiros amigos. De ir em uma festa pela primeira vez e se sentir o máximo. De dar o primeiro beijo. Se apaixonar... Se decepcionar e continuar vivendo. 

Simbólico? Não saber ao certo, porque quando se completa 15 anos tem aquela confirmação de uma fase de adolescente-moça, data cuja te faz se sentir especial, uma verdadeira princesa (ou não no meu caso, sempre a moleca). Tão legal pra você, mas irritante para os outros... confusões... descobertas... emoções... sentimentos a flor da pele. Mas que você passa por ela e descobre que ainda tem muito por vir. Como fazer 18 anos... poxa entrei pra fase de ser responsável pelas minhas atitudes, e consequências também é claro. Confirmações... decisões, como o que irei fazer daqui pra frente? Que profissão eu quero? Quem e o que eu quero ser? Você sabe que a partir daí pode fazer um monte de coisa, e que no fundo isso não quer dizer nada. Você continua sendo a mesma pessoa de antes, com as mesmas incertezas, os mesmos objetivos, um pouco mais velha e com muito mais responsabilidade lhe cabendo. 

É assim com as outras datas como fazer 25, que penso eu que deve dar aquele "medinho" de soprar 25 velinhas do bolo. O que apenas vai te representar uma imensidão de coisas, boas ou até tristes. Os 30 com seu charme e temido, só não tanto quanto os 40, 50, e assim por diante. Mais uma data significativa pelo tempo em que se viveu. 

E quando me dei conta meus 22 anos chegaram e olhei pra trás, ainda sou a mesma, com vontades novas, sonhos novos, certezas novas e idade nova... os 22 patinhos na lagoa são só uma idade, sem nenhum fato simbólico. Só que para mim esses 22 são tanta coisa... 22 novos motivos pra sorrir... 22 novos sonhos pra sonhar... 22 desejos e planos... 22 certezas para ser ainda mais feliz... 22 novas inspirações... 22 promessas de tantas coisas boas... 22 mudanças extremamente significativas em minha vida... 22 novas coisas pra descobrir... 22 músicas pra aprender... 22 vezes para se questionar e não esquecer de você... 22 ser EU... Ah que todo esse simbolismo me perdoe, 22 anos você é muito, mais muito bem vindo por aqui... 

Chegue quebrando as janelas, escancarando as portas, bagunçando tudo e fazendo um mega estrago (claro, bom, rs). Nada de silêncio, quietude... Tudo o que eu quero é fazer meus 22 valer a pena... Afinal ano que vem tem 23. 

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Um olhar divino? Não sei...
Um poema contínuo, quero escrever...
Dessas paisagens vistas, destas viagens contidas.
Me questiono o que há por de trás daquela janela
que vejo todos os dias... Os poetas de um cotidiano 
sem som... sem rima... mas com lá menor.
De planaltos, altos e baixos.
Colinas que sei de cor.

Hoje eu acordei sentido as cores da vida...
Hoje eu acordei pensando nas horas vivas...
Senti o vento bater... Senti o relógio correr...
E minha cabeça... hora lembra que eu esqueça...
Que lá fora a chuva quer cair pra me dizer,
que não somos perfeitos pra ninguém.

Ah! Não sei, as vezes vejo,
mar... céu... teu beijo.
Frases soltas pelo ar,
fecho os olhos e notas... 
rimas... começo a plugar.
E lá se vai o sol bater...
na fresta... brisa... quebra,
quem dera, um gosto meu, 
ser apenas... você.
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Olhar uma janela as vezes pode ir muito mais além do que uma abertura edificada, ou um vão de caixilhos... simplesmente pelo fato de se observar tudo e a todos, há muito o que enxergar.

Parafraseando os dias


Foto (produzida por um Smartphone) tirada da janela do carro em movimento | Cidade Noturna | Ribeirão Preto, São Paulo

Olhando para o distante, o que fica fora de foco e limita sua visão a de uma janela estreita... Orvalho? Ou Valho? Porta aberta. Noite fria. Manhã quente. Sou eu enfim. Mas qual janela não traz a surpresa de um novo mundo? Da janela de cá: papel... contas a pagar. Da janela de lá: calmaria... vento... céu azul... sol e mar. Visão? Ah! Visão... prédios, e prédios... talvez dentre eles uma janela colorida... e na janela uma flor... ou talvez um raio de luz que nos "reavive"... amarelo como girassóis no campo. Ai e dessas sensações me traga aqui um violão, que eu quero escrever uma canção... parafrasear meus pensamentos em papéis e sons... se estiver por perto venha me visitar... e se não quiser entrar, deixe livros em minha janela... porque eu vou ficar sempre daqui observando... nem é todo dia que aprendo com os livros... mas sim observando cenas e comportamentos.


Foto (produzida por uma Câmera) tirada por meu pai, da janela do carro | Cidade Diurna Paysandu, Uruguai

Trilha sonora de hoje...









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