Pages

  • HOME
  • QUEM ESCREVE
goodreads intagram pinterest bloglovin spotify

Café Rosa


Uma resenha rápida de um dos meus filmes prediletos. O enredo do musical é bobo, datado as vezes machista, mas temos Stanley Donen por trás de tudo, que cinco antos antes entregava ao mundo "Singing in the rain", para arrebatar nossos corações.

Contextualizando a história do "patinho feio", uma revista de moda benquista nos EUA, está à procura de uma modelo que exale um ar inteligente e encontra uma vendedora de livros, que pouco se importa com sua aparência, e que é fanática por uma filosofia em voga na França.


A jovem letrada é interpretada pela maravilhosa Audrey Hepburn, que quer encontrar em sua vida, um filósofo de seus sonhos, do tipo inspirado em Jean Paul Sartre, ou coisa assim. Mas ao invés disso, quando esbarrada no fotógrafo (Fred Aistaire), que convence a revista levá-la até Paris, e no desenrolar do longa, se apaixonam.

Apesar de toda a história parecer boba, o filme vale, e muito. É uma reunião de muitos talentos Vale pelo charme de Audrey e Fred, pela criatividade solta, e muito a frente do tempo. Os créditos de abertura apresentam belas fotos de Richard Avedon, o fotógrafo de moda, que prestou consultoria ao filme e foi inspiração do personagem de Fred.

É uma aula de cinema, com seus "Split Screen" dividindo a tela em duas, três partes. Os grafismos, desenhos no meio da ação. Cores, fotografia, músicas, danças apaixonantes. Sim assisti uma, duas... cinco vezes, e minha conclusão sempre será a mesma, que vale muito, mesmo investir 1 hora e 43 minutos, do seu tempo.





Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Navegando pelo Facebook eis que encontro um trecho do filme "The Circus" do querido Charles Chaplin, e isso me inspirou a parafrasear a arte muda, o cinema clássico na sua forma mais pura e original. Pois o filme silencioso, parte mais do que uma fase do cinema, constitui a própria linguagem cinematográfica, por excelência. Assim como a música contemporânea não existiria se não houvesse existido a música clássica, o cinema sonoro não existiria se não houvesse existido o cinema mudo. 



Como dizia o saudoso Oscar Niemeyer "A vida é um sopro", um sopro de coisas que não se perdem no tempo, de que expressões bastam para arrancar uma gargalhada, um sopro de vivacidade de que a beleza pode ser a única coisa preciosa na vida, difícil encontrá-la, mas quem consegue descobre tudo. Fecho esta reflexão com uma frase do querido protagonista e inesquecível Charles Chaplin, que encerra o que é arte de verdade, que não é preciso de frases prontas, textos formatados para transmitir algo a um público alvo, e sim amor e certeza ao que faz... "Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação." - Charles Chaplin

Eis o trecho que me inspirou !!!


E aqui o link do filme completo vale a pena assistir é rico demais pra não ter como repertório !

https://www.youtube.com/watch?v=tXbMrboHML8

E viva o cinema mudo e a arte de enxergar a beleza das coisas.
Share
Tweet
Pin
Share
No Comments
Older Posts

Olá!

Photo Profile
Quem sou?

Em poucas palavras, sou arquiteta, nerd, escrevo, desenho e bebo café.

Siga por ai

  • goodreads
  • instragram
  • pinterest
  • bloglovin
  • spotify

Encontra aqui

Photo Profile
Temos uma dose de inspiração, amor, poesia de café.

Falamos de arquitetura, livros, nerdices, filmes, música, arte e um pouquinho de tudo.

Categorias

Arquitetura Cinema Cultura Curiosidades De garagem Desenho/Arte Desenvolvimento Pessoal Ditados populares e Arquitetura Escrita Fotografia Habitação História Inspiração Lifestyle Literatura Mobilidade Urbana Música Patrimônio Cultural Poesia Reflexões Urbanismo

Lendo no momento

Photo Profile
Gênero:

Biografia do "genialidade humana".

Photo Profile
Gênero:

Literatura Fantástica. O primeiro livro da tetralogia "Ciclo da Herança", de Christopher Paolini.".

Created with by ThemeXpose