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Um mar em nós

Canta a pureza, deitada como a calma, pura beleza sob a luz que anestesia a alma.  A vista nua dos poros teus, vem à inocência, que linda em rosto de fada, seduz na consciência.  Num último impulso descobre a vida, de Vinicius, Gonzaga à Caatinga. Da antiga, covarde, injusta e persistente, "Indústria da seca", memória inerente.  Do mais autêntico sentimento sorri, olhares em cor, verdade livre por aí. Tua essência cativa na mais fina flor, trago aqui, a menina, mulher, palavra amor. 
Feliz dia da poesia vestida de mulher. 
CAFÉ ROSA JULIANA RODRIGUES

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