Traduzo-te o amor
Se eu te perguntar para definir o que é o amor, você saberia?
Pois
bem como toda poesia que se preze, o amor nunca tem uma definição concreta...
Ele está nas metáforas... Ele está nas reticências... Ele está nas
entrelinhas... Ele está romantizado, conectado... Ele perambula de caos em
caos... Ele se encontra no desconexo diário... Ele é o agir de Deus... Ele
permanece de Shakespeare à Tom Jobim... Ele simplesmente está.
Com
tanta licença poética nunca consegui de fato, chegar em um acordo, até
exatamente e claro, sentir.
É
tão difícil conotar o amor, que ele acaba por si só, sendo a própria
poesia.
Todos
o querem, mas nem todos o entende.
Está
aí, é compreensível o amor? Existe tradução?
Acho
que finalmente tenho a resposta.
Amar
é olhar...
Amar
é saudade...
Amar
é conquistar...
Amar
é conhecer...
Amar
é compreender...
Amar
é orar...
Amar
é buscar a vida...
Amar
é querer...
Amar
é aceitar...
Amar
é ouvir...
Amar
é ganhar...
Amar
também é perder...
Amar
é proteção...
Amar
é colo...
Amar
é abraço...
Amar
é vigiar...
Amar
é confiar até de olhos fechados...
Amar
é convivência...
Amar
é amizade...
Amar
é laço fraterno...
Amar
é carinho...
Amar
é querer o bem mesmo de longe...
Amar
é a ausência...
Amar
é o encontro...
Amar
é beijo...
Amar
é zelo...
Amar
é esperar...
Amar
é silêncio e barulho...
Amar
é troca e aprendizado...
Amar
é conhecimento...
Amar
é disparar o coração...
Amar
é o "balançar" as pernas...
Amar
é borboletas no estômago...
Amar
é entrega...
Amar
é chegada...
Amar
é despedida...
Amar
é lágrimas...
Amar
é sorriso Colgate...
Amar
é simplesmente AMAR.
AME...
SE AME... E EM HIPÓTESE ALGUMA DEIXE DE AMAR.

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