Um olhar divino? Não sei...
Um poema contínuo, quero escrever...
Dessas paisagens vistas, destas viagens contidas.
Me questiono o que há por de trás daquela janela
que vejo todos os dias... Os poetas de um cotidiano
sem som... sem rima... mas com lá menor.
De planaltos, altos e baixos.
Colinas que sei de cor.
Hoje eu acordei sentido as cores da vida...
Hoje eu acordei pensando nas horas vivas...
Senti o vento bater... Senti o relógio correr...
E minha cabeça... hora lembra que eu esqueça...
Que lá fora a chuva quer cair pra me dizer,
que não somos perfeitos pra ninguém.
Ah! Não sei, as vezes vejo,
mar... céu... teu beijo.
Frases soltas pelo ar,
fecho os olhos e notas...
rimas... começo a plugar.
E lá se vai o sol bater...
na fresta... brisa... quebra,
quem dera, um gosto meu,
ser apenas... você.

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