Um mar em nós

by - março 08, 2018

Canta a pureza, deitada como a calma,
pura beleza sob a luz que anestesia a alma. 
A vista nua dos poros teus, vem à inocência,
que linda em rosto de fada, seduz na consciência. 
Num último impulso descobre a vida,
de Vinicius, Gonzaga à Caatinga.
Da antiga, covarde, injusta e persistente,
"Indústria da seca", memória inerente. 
Do mais autêntico sentimento sorri,
olhares em cor, verdade livre por aí.
Tua essência cativa na mais fina flor,
trago aqui, a menina, mulher, palavra amor. 

Feliz dia da poesia vestida de mulher. 

CAFÉ ROSA
JULIANA RODRIGUES

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