Um mar em nós
Canta a pureza, deitada como a calma,
pura beleza sob a luz que anestesia a alma.
A vista nua dos poros teus, vem à inocência,
que linda em rosto de fada, seduz na consciência.
Num último impulso descobre a vida,
de Vinicius, Gonzaga à Caatinga.
Da antiga, covarde, injusta e persistente,
"Indústria da seca", memória inerente.
Do mais autêntico sentimento sorri,
olhares em cor, verdade livre por aí.
Tua essência cativa na mais fina flor,
trago aqui, a menina, mulher, palavra amor.
Feliz dia da poesia vestida de mulher.
CAFÉ ROSA
JULIANA RODRIGUES

0 Comments