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Café Rosa

Navegando pelas redes sociais (em especial o instagram), vi um post com a TAG DIA DO BATOM... Então como uma apaixonada como muitas mulheres compartilho algumas curiosidades entre outras coisas desse queridinho por nós "GAROTAS".

VOILÁ...



E ai você faz a seguinte questão: Existe também o dia do BATOM? Lembrada nesta quarta-feira, 29, a data não é comemorada aqui no Brasil, mas podemos aproximar a festividade que vem dos norte-americanos, por ser o batom um item mundial e usado para colorir, elevar o ego e alegrar o semblante feminino. Ele hidrata os lábios, ajuda nas composições dos looks, dá sempre um toque especial nos make-up, e quando a cor é intensa, provoca e ainda faz a mulher se sentir poderosa. 

Apesar de ser tão comum colorir os lábios, este cosmético tão pequenino em forma de bastão, tem algumas curiosidades...

O costume de se passar batom tem suas raízes no Egito... Pois é lá onde os primeiros pigmentos vermelhos de óxido de ferro, foram encontrados em túmulos antigos egípcios, há cerca de mais ou menos 5.000 anos a.C. A rainha da época "Nefertiti", que assim exposta no Museu de Berlim, é a prova de que lábios femininos eram pintados pelas mulheres dos faraós. Como forma de se enfeitarem, elas recorriam as alternativas naturais, tais como a "púrpura de Tyr", uma substância que dava um aspecto mais saudável aos lábios. 

Durante vários séculos, usar algo para colorir os lábios foi sempre um sinônimo de sensualidade, beleza. Na Grécia, durante o século II, foi criada uma lei que proibia as mulheres de utilizar pigmentações na boca antes do casamento. Muito tempo depois, em 1770, a Inglaterra também proibiu tal prática. A explicação era simples: moças que coloriam os lábios tinham grande poder de sedução, capaz de enganar os homens. Nesse período, somente prostituas e algumas atrizes consideradas "extravagantes", faziam o uso dos pigmentos. 


O nome BATOM deriva-se de uma palavra de origem francesa e significa bastão. Tal denominação surgiu a partiu da criação do perfumista Rhocopis, que desenvolveu uma massa composta por talco, óleo de amêndoas, essências de bergamota e limão, na coloração vermelha, dando assim origem ao primeiro batom da história. E assim o nome é justificável por ter sido colocado em uma embalagem cilíndrica de papel de seda, algo parecido com um bastão. 

Foi no começo do século XX que o batom conquistou o seu lugar de cativo na lista dos objetos indispensáveis do universo feminino, época em que o mesmo começou a ser vendido embalado em tubos e em cartucho na cidade Paris (olha que coincidência ser ali a Capital da moda não). A partir daí, a sua difusão pelo mundo foi e ainda é sucesso garantido.

Curiosidades sobre o batom

  • Cleópatra, a faraó mais famosa do Egito, utilizava besouros de carmim esmagados para maquilhar os seus lábios com um tom vermelho vibrante.
  • O Batom ganhou popularidade no Séc. 16 graças à Rainha Elizabeth I e às senhoras da sua corte, que maquiavam os seus lábios com cera de abelha e mercúrio vermelho.
  • O primeiro batom chegou ao mercado em 1915.
  • Um estudo diz que em média a mulher come cerca de 4 a 6 quilos de Batom durante uma vida ao lamber os seus lábios. Agora é mais fácil perceber porque é que o batom desaparece quando acabamos de almoçar ou jantar!
  • Durante a Idade de Ouro islâmica, o médico árabe-andaluz e químico Abu al-Qasim al-Zahrawi (Abulcasis) inventou batons sólidos, que consista em perfume e outros ingredientes pressionados em moldes. Ele descreveu o processo no seu texto, na sua enciclopédia de medicina e cirurgia, o Al-Tasrif.
  • Em 1770, o Parlamento Britânico aprovou uma lei que afirmava que uma mulher que usasse batom vermelho poderia ser acusada de bruxaria!
  • Max Factor, make-up artist de celebridades, inventou o brilho de lábios em 1930.
  • A popularidade do Batom cresceu durante a Segunda Guerra Mundial graças à industria do cinema, em que a maquiagem passou a ser uma rotina comum da mulher.
  • Em 1950, o cientista Americano Hazel Bishop desenvolveu o primeiro Batom de longa duração (e sem manchar) do mundo.
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(O maravilhoso Fred Mercury)

Como todos sabem, ou não, ontem dia 13 de Julho foi o dia a comemorar "DIA MUNDIAL DO ROCK". Sendo uma semana de assuntos especiais a ser tratado nesta mesa de café, com fatos importantes e marcantes, destes mais de 50 anos de rebeldia, ousadia, coragem, e sem dúvida muita atitude. 

Mas de onde vem o termo ROCK N' ROLL?! O nome foi cunhado por Alan Freed (um disc-jockey de Cliveland, que depois se firmou em Nova York). A sua intenção era tirar a pressão causada por pais de adolescentes brancos, que preocupados pela alma de seus filhos, pudessem passar a ouvir Rhythm & Blues, julgada por eles, como sendo uma música pagã, por ser criada e executada pelos negros. Freed apenas buscou um nome que associasse a música com a dança frenética que os adolescentes exercitavam. O "TO ROCK" é balançar e "TO ROLL" é rolar. Então o nome ROCK N' ROLL significa "Balançar e Rebolar". Ele não sabia que este termo, era dentro da comunidade negra um sinônimo para exprimir relações sexuais. E esta conotação passou a ficar mais popular nos anos vinte, que segundo consta, com o surgimento da canção lançada pelo Black Swan Records, no outono de 1922: A "My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)", gravada pela cantora Trixie Smith.


Filho de um pai negro e outro branco, o Country de Memphis, EUA, e o Blues irreverente dos guetos americanos, o estilo sempre causou espanto nas famílias mais tradicionais e ainda choca algumas pessoas, que não estão acostumadas a um certo tipo de comportamento diferenciado. Dia 13 de Julho é comemorado o Dia Mundial do Rock, se você pensa que a data comemorativa existe desde os "primórdios" do Rock and Roll, na década de 50, está enganado. EM novembro de 1894, o músico irlandês Bob Geldof assistia a uma reportagem da BBC sobre a fome da Etiópia, e então decidiu que não podia ficar parado diante de tamanha miséria, procurou alguns amigos (Midge Ure - Compositor e Guitarrista, Bono Vox - Vocalista do U2, The Edge - Guitarrista do U2, Boy George - Cantor e Compositor e Paul McCartney - Ex Beatles). Deste encontro nasceu a música "Do they Know it's Christmas?".


No mesmo ano, antes do Natal, a canção foi gravada por um grupo criado por Bob e batizado de ‘Band Aid’, com músicos de grande competência na música pop e rock britânico, tendo se tornado o single mais vendido da história do Reino Unido. A arrecadação foi grande, mas não deixou Bob Geldof satisfeito. Bob então criou e organizou o Festival ‘Live Aid’, onde tocou com os ‘Rats’ em um corncerto de caridade. O resultado foi uma volume majestoso de dinheiro, que permitiu a Bob Geldof viajar pelo mundo e expor sua luta contra a fome e miséria na Etiópia.
Bob também ficou conhecido por organizar o ‘Live 8′, uma série de shows simultâneos nos países do G8. O evento, que contou com mais de mil músicos e foi transmitido por mais de 150 canais de TV e cerca de 1500 emissoras de rádio, chamou a atenção das autoridades para que fossem perdoada a dívida externa dos países pobres, principalmente das nações africanas.
O primeiro Live Aid aconteceu no dia 13 de julho de 1985, que aconteceu simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra) e trouxe nomes como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who, Led Zeppelin, BB Kin, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Eric Clapton, Tina Turner,  The Pretenders, The Four Tops, Lionel Ritchie, Phil Collins entre muitos outros. Aliás, Phil Collins abriu o show nos EUA e na sequência, voou para Londres para fechar o festival.
Por conta dessa homenagem e o sucesso foi instituído dia 13 de Julho como o Dia Mundial do Rock. Para animar a semana listo aqui 30 álbuns internacionais que mudaram a história do irreverente gênero musical.


(Led Zeppelin - momento backstage)

O Rock N' Roll cruza fronteiras inimagináveis, desfaz clichês e chama a atenção por onde passa, seja positiva ou negativamente. Talvez seja este o mais mutante dos gêneros, pois a sua capacidade de absorver e recombinar influências, sempre surpreende. Enfim o rock faz parte do cotidiano de muitas pessoas, e é peça fundamental na vida e na história da música mundial. Digamos que as cabeças pensantes usam a arte da música pra dizer tudo o que pensam e mostrar o seu ponto de vista, sendo o rock quase que uma saída perfeita para que este recado, seja dado com um grande impacto. Por isso, celebramos o ROCK AND ROLL, em todas as suas vertentes, desde o contagiante Blues dos negros nas igrejas dos EUA, até a explosão de Elvis Presley, que causou um furor e controvérsias. Desde o piano de Little Richards até os metais de Haggard... Vamos celebrar o Rock... a Música... Mas acima de tudo celebrar a VIDA, com muito rock and roll, com muito amor... de preferência sem violência... porque ROCK é paz... é LIBERDADE. 

Long Live Rock And Roll.




Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/musica,dia-mundial-do-rock-10-discos-internacionais-que-mudaram-a-historia-do-genero,1724064
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Olá...

Falando e se tratando de um assunto que particularmente me aguça todos os sentidos, degustaremos de um imenso e maravilhoso mundo de timbres. Sou amante da música e ela faz parte do meu cotidiano, se estou projetando é com a música, se estou pensando ou fazendo qualquer outra coisa tem que ter música. Então por dedução o assunto posto em mesa de hoje é M Ú S I C A.



Mas como é um assunto muito extenso, fragmentarei a sua história em estágios, intercaladas por outros assuntos também com seus sabores. A música é considerada a arte mais antiga e a mais primitiva de todas. Desenvolveu-se a partir dos principais ritmos e vibrações do mundo. É por isso que se costuma ouvir que “a música na terra é tão antiga como o homem”. Numa tentativa de te facilitar o estudo da música, vou reconstituir a sua história passando por todas as época, ou seja, desde a Pré-história até à música moderna do século XX.


Começamos então com a música clássica... 
O termo ‘Clássico’, em música, é empregado em dois sentidos diferentes. As pessoas, as vezes, usam a expressão "música clássica" considerando toda a música dividida em duas grandes partes: "clássica" e "popular". No entanto, para o músico, música clássica tem um sentido especial e mais preciso. É a música composta entre 1750 e 1810, que inclui a música de Haydn e Mozart, bem como as composições iniciais de Beethoven. 

Diga-se na história que a serviço da alta nobreza, o músico não passava de um criado que,  depois de fornecer música para fundo de jantares e conversas, ia jantar na cozinha com os demais empregados da casa. Para agradar seus patrões, precisava seguir as tradições musicais. Em sua obra respeitava e refletia as emoções da corte. A imaginação criadora não seria bem vinda se representasse a quebra das estruturas  tradicionais. Haydn aceitou esse trato e cumpriu suas obrigações. 

Mozart não aceitou estes limites e pagou um preço alto pela obstinação em se manter fiel à seus princípios. As cortes o elegaram ao esquecimento e o deixaram morrer como um mendigo. Beethoven foi o primeiro a decidir que não devia obrigações a ninguém e exigiu ser respeitado como artista. Nascia, com Beethoven, o pensamento romântico. 

A Música Clássica mostra-se refinada e elegante e tende a ser mais leve, menos complicada que a barroca. Os compositores procuram realçar a beleza e a graça das melodias. A Orquestra está em desenvolvimento. Os compositores deixaram de usar o cravo e acrescentaram mais instrumentos de sopro. Durante o Período Clássico, a música instrumental passou a ter maior importância que a vocal. Nesta época criou-se a Sonata. É uma obra com vários movimentos para um ou mais instrumentos. 

A Sinfonia é, na realidade, uma soata para orquestra. Seu número de movimentos passam a ser quatro: rápido - lento - Minueto - muito rápido. Haydn, Mozart e Beethoven foram os maiores compositores de sinfonias do Classicismo. O Concerto consiste em uma composição para um instrumento solista contra a massa orquestral. Tem três movimentos: rápido - lento - rápido. Muitas obras foram escritas para o pianoforte, em geral chamado piano para abreviar. Bartolomeu Cristfori, construtor de cravos italiano, por volta de 1700 já havia concluído a fabricação de pelo menos um destes instrumentos. 

Enquanto as cordas do cravo são tangidas por bicos de penas, o piano tem suas cordas percutidas por martelos, cuja dinâmica pode ser variada de acordo com a pressão dos dedos do executante. Isso daria ao piano grande poder de expressão e abriria uma série de possibilidades novas. No começo o piano custou para se tornar popular porque os primeiros modelos eram muito precários. Mas, no final do século XVIII o cravo já havia caído em desuso, substituído pelo piano. 

Essa foi uma breve amostra do vasto e rico mundo da música.



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Olá!

Continuando o assunto café, ai vai uma lista de acordo com o UCityGuides, dos cafés mais bonitos do mundo... então vamos lá!

1- Hungria, Budapeste - New York - Café




O Hotel "New York Palace" de que faz parte o café de Nova York, foi construído em estilo eclético entre os anos 1891 e 1895. E o café New York se encontra no andar térreo daquele hotel, que hoje pertence e leva o nome do grupo internacional Boscolo Budapest Hotel. O café já mantém sua lendária denominação, sendo por sinal um ponto de passagem obrigatória na cidade. Uma lenda viva que no início do séc. XX atraía a elite cultural da cidade. 


Alfred Eisenstaedt - Kiss in Times Square - 1945 
(Beijo na Times Square) - Uma representação da Elite andante do séc. XX

O exterior do café está adornado com estátuas de bronze, enquanto, o seu interior impressiona já em seu pé direito todo monumental, com seus frescos elegantes e candelabros como elementos decorativos de iluminação. Já as linhas modernas das mesas e sofás são parte de um primoroso contraste. 





2- Itália, Veneza - Café Florian



Localizado em uma posição privilegiada sob as arcadas do Procuratie Nuove da Piazza San Marco, no Café Florian ainda pode se sentir as tradições venezianas, ao tempo que é também um ponto de encontro de diversos mundos. 


A Grand Veneza só pode ser vista em seus palácios e museus, mas é em seus cafés históricos que ela pode ser sentida, transpirando ainda os eflúvios da elegância do século XIX, especialmente no mais impressionante de todos, o Caffe Florian, em seu esplendor de afrescos e interior espelhado. Este foi ponto de encontro de muitos artistas e escritores do passado, e no presente se sobressai como um museu vivo, por conta de seu acervo gigantesco cultural, belo e monumental. Ás suas mesas, sentavam-se Charles Dickens, Poust, Byron entre outros escritores de renome.




       
3- Austria, Viena - Café Central



Situado num palácio histórico, o Café Central, como a maioria dos cafés históricos de Viena que passou a receber grande parte de turistas que visitam a cidade, continua a ser uma atração local, oferecendo música clássica durante a tarde. Ele possui pilares de mármore, grandes "chandeliers" e tetos arqueados, que acolheram intelectuais desde a virada do século XIX.


Atualmente com uma frequência mais eclética, o Café Central, ainda é uma lugar que atrai filósofos, escritores. Historicamente consta, que foi nele que Trotsky tenha planejado a Revolução Russa. 




4- Tchecoslováquia, Praga - Café Imperial



O Café Imperial pertence ao Praga Art Deco Imperial Hotel, cinco estrelas, datado em 1914, que está localizado na zona central de Praga, protegido pela UNESCO. Muitos Cafés da grande Praga desapareceram após a Segunda Guerra Mundial, enquanto outros sobreviveram e sua antiga glória foi restaurada - como o Café Imperial. As suas cadeiras são de mogno brilhante trabalhado, com assentos forrados de couro amarelo pálido.




Detalhe das cadeiras em mogno brilhante trabalhado.


O Café Imperial segue sendo o maior desses exemplos, e é conhecido como uma joia do Art Deco. Seu mosaico de azulejos ornamentados é um dos cenários de mais incríveis e belos do mundo, para um café da manhã, chá da tarde, e até uma seleção de pratos Tchecos. O painel de azulejos se situa acima de um outro artisticamente entalhado em madeira. 



As torneiras do banheiro foram fundidas em forma de cisne, de asas em posições de vôo e a bica da torneira coincide com o bico da ave em seu exterior. A restauração do complexo, adicionou um novo toque de classe a este lugar, mantendo a aura da anterior e uma inesquecível atmosfera. Não há muitos lugares como o Imperial em Praga. 

5- França, Paris - Café de La Paix





O Café de La Paix está situado na praça do Opera, em ângulo com o Boulevard des Capucines. Foi projetado pelo mesmo arquiteto que projetou o edifício do Opera de Paris, Charles Garnier. O Café de La Paix foi construído no mais puro estilo de Napoleão III, no piso térreo de um edifício de luxo de Haussmann, que agora abriga o Hotel Inter Continental.



Entre os frequentadores celebres do café no fim do século XIX, destacaram-se Tchaikovski, Massenet, entre outros. Também durante a Belle Epoquê, incluíram-se entre os visitantes, o príncipe de Gales e então futuro rei do Reino Unido, Edward VII. 




6- Portugal, Porto - Café Majestade



É na segunda maior cidade de Portugal que se encontra um dos mais belos cafés do mundo, com o nome de Café Majestade, inaugurado em 1921 com o nome de "Elie", o café esteve desde logo associado a frequência de pessoas distintas da época. O Majestic é um dos mais impressionantes cafés do país e dos mais atraentes do mundo. A partir de sua fachada para seu interior, ele continua a ser um belo cenário para eventos culturais, tornando-o mais do que apenas uma atração turística. 


Em seu estilo Art Noveau na simetria curvilínea das molduras em madeira, nos grandes espelhos intercalados por candeeiros em metal trabalhado, que delimitam as parede num inteligente jogo óptico de amplitude, conserve todo o seu antigo esplendor e convida a reviver a fascinante Belle Epoquê. 


7- Brasil, Rio de Janeiro - Confeitaria Colombo



Fundada em 1894, a Confeitaria Colombo mantém até hoje seu estilo original: art noveau de 1913. São 4 andares com 3 amplos salões decorados com 8 espelhos belgas bisotados, todos emoldurados em jacarandá. Seus balcões são de mármore italiano, e o mobiliário de todos os salões requintado. Cinco cristaleiras abrigam louças do princípio do século e taças de cristal bordadas de ouro.



Culminando um pouco mais, temos o teto no quarto andar, onde é uma claraboia em mosaicos coloridos, banhando todo o restaurante com luz natural, fora seus afrescos e atrativos ecléticos que dão charme ao lugar. Entre seus visitantes ilustres, destacavam-se o Rei da Bélgica em 1920, e a Rainha Elizabeth da Inglaterra em 1968. Além de Olavo Bilac, que foi também "habitante" do Colombo, outros importantes nomes brasileiros frequentaram, como, José do Patrocínio, Oscar Lopes, Luis Marat, Plácio Júnior, Carlos Manoel, Pedro Rabelo, Padre Severiano e Lima Barreto. Da roda de presidentes da república notavam em destaque Getúlio Vargas e Jucelino Kubtschek. 



8- Itália, Nápoles - Cafe Gambrinus



Gambrinus é um dos o café mais charmoso e elegante do mundo. Tem 150 anos de idade , mas se eleva muito bem. Ele foi aberto após a unificação da Itália, em 1860, no piso térreo do edifício conhecido como "o pomar de pêssego ", uma construção de 1816 , no momento em anexo ao Palácio Real e é agora a sede da Prefeitura . Ele foi originalmente chamado de " Excelente café" e esquecido a Piazza del Plebiscito e do Palácio Real , mas também era conhecido como " Café das sete portas " por causa das inúmeras aberturas. Em pouco tempo , tornou-se o ponto de encontro da cidade aristocracia graças ao trabalho de pastelaria fina e geladarias e bartenders de toda a Europa. 


Tendo-se tornado um " Fornecedor da Casa Real ", depois de alguns anos, o clube iniciou um breve declínio , levou uma mudança de gestão e uma transformação radical pelo arquiteto Antonio Curri , para torná-lo tornar-se um recipiente valioso de obras de arte . Era 1890 e Gran Caffè torna-se uma galeria de arte valiosas e foi um dos primeiros a ser equipado com iluminação elétrica . Ele mudou o nome para " Gran Caffè Gambrinus " , inspirou o lendário rei de Flandres inventor da cerveja. A nova tomada imediatamente tornou-se " o coração da vida social, cultura e literatura da cidade. "


Passou por ali os belos reis e rainhas locais  políticos e jornalistas, escritores e artistas de renome que faziam tornar-se um ponto de encontro e um café literário. As salas teria hospedado celebridades de todos os países, como Oscar Wilde, Ernest Hemingway, Jean Paul Sartre, Ernest Murolo , Eduardo Scarpetta, Toto, os irmãos De Filippo, Salvatore Di Giacomo, Eduardo Scarfoglio, Gabrielle D' Annunzio (poeta e dramaturgo italiano), que em uma mesa de café escreveu a poesia famosa O Vuchella, mais tarde musicalizada por FP Tosti (compositor Italiano) e registrada por Caruso (músico italiano), que por sinal é um dos meus favoritos, além de outros nomes, Ferdinando Russo, Enrico De Nicola , Giovanni Porzio , Libero Bovio , os pintores Morelli , Altamura , Casciaro , Caprile , Dalbono e muitos outros até os Presidentes da República Italiana de que quando eles vêm para casa Rosbery nunca abrir mão de um bom café Gambrinus. A decoração interna do Gambrinus foi confiada aos melhores pintores da escola Napolitana, e hoje ainda pode se admirar seus afrescos, como também seus frisos florais que anunciavam a arte em si. 




9- Argentina, Buenos Aires - Parque Palermo - Café Tortoni 



Fundado em 1858, o bar Café Tortoni é o mais antigo da Argentina. Só em 1880 foi transladado para seu lugar atual, mas sua entrada era para a avenida Rivadavia, e a partir de 1898 que foi transferida para a avenida 8 de Maio. O Tortoni é o paradigma do café portenho, mas pouco se sabe de suas origens. Dificilmente um imigrante francês de nome de família Touan, decidiu inaugurá-la até o final de 1858, ele tomou emprestado o nome de um estabelecimento de Boulevard des Italiens , em que a elite da cultura parisiense do século XIX costumavam ter reuniões. Até o final do século, o bar foi comprada por outra francesa : Don Celestino Curutchet , a quem o poeta Além Iragorri descrito como ... " o homem sábio típico francês velho ....". Ligeira do corpo e forte de espírito, ele usou o botão estendida clássico, os olhos mais vivos e usou uma touca árabe de seda preta , quase uma faixa personagem cômico que acrescentou mais um sotaque peculiar para a aparência do lugar.


O Tortoni foi referência obrigatória para ser alguém na Cultura argentina no século XX. Jorges Luis Borges e Carlos Gardel, nomes grandes que a Argentina deu ao Mundo, eram frequentadores assíduos. Dizia-se que Borges e seus companheiros eram pobres e gastavam pouco, mas davam notoriedade à casa. O outrora local era frequentado por um grupo de pintores, escritores , jornalistas e músicos que formaram o Agrupamento de Povo de Artes e Letras , liderado por Benito Quinquela Martin. Em maio de 1926 eles formam a rocha , e solicitar a Dom Celestino Curutchet , que lhes permite usar o armazém do subsolo . O proprietário aceitou encantado, porque de acordo com as suas palavras ... "Artistas gastar muito pouco, mas eles fazem o famoso café ". 


Entre a sua coberta, com paredes de tábuas, ao lado de suas mesas de carvalho e mármore verde, eles sentados Alfonsina Storni , Benito Quinquela Martin, Carlos Gardel , Luigi Pirandello, Federico Garcia Lorca e Arturo Rubinstein entre outros artistas . Hoje além de uma notável biblioteca, a casa oferece lugar para ler, apreciar pintura, ouvir música, dançar, jantar, ver espetáculos, coversar, jogar snooker, escutar poesia... uma agregação cultural. 




10- Itália, Roma - Café Greco



Em uma das ruas mais famosas e luxuosas de Roma, a Via Dei Condotti, há mais de 250 anos se encontra o Café Greco, que desde então já servia café para muitas figuras históricas da Europa, e continua sendo um refúgio para intelectuais e políticos de hoje, em uma atmosfera tradicional e marcante. O Antico Caffè Greco (às vezes chamado simplesmente de Café Greco) é um marco histórico café, que talvez seja o bar mais conhecido e mais antigo em Roma e dentro Itália, só sede esse posto ao Caffè Florian, em Veneza, de data mais "velha". 

Arquivo do Café Greco



Elite frequentadora do Café Greco


Sob uma decoração a base de espelho, pinturas românicas, dourados, madeiras, mármore e mobiliários de época que distribuem um charme único, para cada uma das pequenas salas que compõem seu interior, fizeram do café um lugar emblemático e inesquecível, além de ter introduzido o cenário musical neste ambiente, com presenças notáveis de artistas músicos do século XVIII e XIX. 



Bom este foi um pouquinho dos 10 cafés mais belos do mundo... fica a dica para um bom lugar pra se tomar um café da manhã, ou um chá da tarde, ou apenas conversar, ler, passar o tempo, ou apreciar a arquitetura, o que se tem de belo, em GRANDE ESTILO.

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