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Café Rosa

Quem nunca ouviu: "hoje estou sem eira nem beira"? Ou ainda: "fulano é sem eira nem beira".
Pois é, comumente falamos essa expressão, mas poucos conhecem, quiçá sabem do porquê, de onde vem, o que significa. 

Vamos voltar à arquitetura colonial portuguesa e seus espaços, é de lá que essa expressão remonta. 

Derivada do latim "areae", a palavra eira refere-se a um espaço de terra batida, lajeada ou cimentada, próximo as casas em colônias portuguesas, que ali malhavam, trilhavam, limpavam e secavam cereais. Ao encerrar a colheita, os cereais ficavam expostos ao ar livre e ao sol, para serem preparados para alimentação ou para serem armazenados. Possuir uma eira significava ser proprietário e produtor de terras e bens. Indicando um sinal de poder e status social. 

A beira por sua vez era a "aba" da casa, aquela extensão do telhado, que servia para a proteção da chuva. Assim os beirais dos telhados eram adornados em três camadas, a eira, a beira, e a tribeira, sendo que essa última seria o acabamento, a parte mais simples e sem adornos.

Quem era mais abastado podia se dar ao luxo de conduzir a água da chuva em seus telhados, não só nas telhas, mas também para as eiras (pátio interno), por beiras e tribeiras. Assim o recuo ou queda de status social, equivale a "perder as tribeiras". Se a pessoa não apresentasse qualquer qualificação social, "não tinha eira e nem beira".

Da próxima vez que você escutar a expressão "sem eira nem beira", já sabe que está se referindo a quantidade de bens dotados, ou a falta deles.



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Vamos de projetos.

Vou compartilhar a ideia, o processo e o resultado final, do meu trabalho de graduação, o temível projeto de quem está no último ano de faculdade.

Sempre fui apaixonada por cultura, e pelas reflexões que pode fazer com o entorno urbano, e poder mesclar essa temática com a ideia de poder dar um novo uso, ao um espaço obsoleto, foi satisfatório. 

Gosto bastante de representações gráficas artísticas e isso refletiu nesse trabalho.



PARQUE DA FRICHE – INTERVENÇÃO NO PATRIMÔNIO INDUSTRIAL NA CIDADE DE MONTE ALTO/SÃO PAULO

CULTURA COMO RECURSO PARA DESENVOLVIMENTO LOCAL
​
Autora: Juliana Cristina Rodrigues
Ano: 2017
​
A carência por espaços humanizados na cidade, têm sido o foco de muitos estudos e análises. Assim a ideia do trabalho final de graduação de Arquitetura e Urbanismo, surgiu a partir do conhecimento de falência, de uma antiga indústria mecânica e de fundição da Cidade de Monte Alto, São Paulo, que como todo bom e velho processo de desindustrialização, deixa suas marcas, ruínas e vazios pelo espaço urbanizado. 

O objetivo da pesquisa e do exercício projetual, é inserir cultura como equipamento público e instrumento qualificador, trazer uma apropriação pública, lúdica e inclusiva e respeitar o material, linguagem e memória, existentes, a fim de criar espaços, que através do desenho de interação social humana, possam possibilitar um convite a longas permanências. 


O trabalho foi estruturado em fundamentos teóricos sobre espaços livres de cultura e lazer, análises e diagnósticos do lugar de intervenção. Após as análises e consequentes reflexões, ficou estabelecido as diretrizes gerais do projeto, o conceito e o partido arquitetônico. 

A proposta projetual de reocupar as “friches industrialles” (termo frânces, usado para denominar vazios e ruínas industriais), se ancorou em três pontos: o “contemplar” com áreas externas, a ideia de “compartilhar”, disposto em áreas de atividades livres externas e internas, e o de “permanecer”, trazendo áreas de uso “gastro-cultural”. 



Com o material teórico e de projeto, foi possível compreender que a ideia de intervir em uma área de caráter histórico, transformando o “skyline” local, é colaborar com o incentivo e valorização de bens históricos, a fim de preservar a memória física, afetiva e paisagística, com qualidade urbana e arquitetônica, já que mais importante que a quantidade de pessoas circulando por um espaço livre, é a qualidade de tempo que elas possam nele permanecer.








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Dou início a conversa de hoje com a frase do saudoso Le Corbusier que dá todo o sentido do assunto a ser tratado nesta mesa de café... "A arquitetura é o jogo sábio, correto e magnífico dos volumes reunidos sob a luz." 


E no meio da selva dos arranhas-céus da Cidade de São Paulo, a admiração toma conta sob o olhar do jogo sábio da luz e da sombra entre arquitetura, natureza, superfícies, volumes e humanidade. Mas minha maior conotação está nas falhas (não necessariamente no sentido literal da mesma), mas nas brechas onde a arquitetura permite que a luz brinque mais graciosamente. Comecei a perceber isso forte na minha maneira de pensar, quando comecei a estudar e engessei na faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Acredito que as coisas foram feitas para serem vistas sob a luz, nossos olhos foram feitos para ver as formas sob a luz, o jogo de luz e sombras, as superfícies, os volumes... 



Foto que andando pelas ruas de São Paulo em um dia qualquer, notei por volta das 15 horas e 30 minutos a incidência da luz solar entre a diferença de estilos históricos dos edifícios, se fazendo presente na Rua Alvares Penteado, São Paulo, perto do Centro Cultural Banco do Brasil. Gosto dessa foto porque ela mostra exatamente a importância da luz e sombra na arquitetura. O sol bateu e diferença de altura dos elementos causou esse efeito magnifico. Amante pela fotografia e pelos detalhes costumo enxergar coisas e tirar proveito de tudo que está a minha volta. A luz e a sombra, são os elementos básicos para produzir o efeito de Volume nos objetos. A técnica  do chiaroscuro (claro e escuro) foi desenvolvida principalmente por Da Vinci no alto renascimento (século XVI), quando os artista e arquitetos desenvolveram consideravelmente as técnicas de representação aplicadas à arte e à arquitetura.


O volume em um determinado trabalho depende da luz, e por consequência das sombras que este produz. A definição correta do volume de um objeto, se dá através da valorização exata das intensidades de suas sombras. 




Uma vez que a arquitetura trabalha com as formas, logo a percepção destas formas será revelada pela luz, da mesma maneira em que a arquitetura e o seu meio inserido, será capaz de nos revelar a luz, esculpindo-a. 

A relação entre cada parte no espaço é importante para informar à nossa percepção a construção visual do lugar, estabelecendo relações entre a luz e os elementos arquitetônicos envolvidos, e a sociedade inserida, porque o todo faz parte do TODO. Tudo é um jogo de luz e sombra desde o mais singelo mobiliário urbano até o topo de um "gigantesco" edifício. A forma é concreta e buscar seu fascínio, significa buscar o que é visualmente interessante ou satisfatório. No entanto, o interesse visual atém de se um estímulo da retina raramente inspira o coração, de quem está aberto a observar. O espaço, ao contrário da forma, está relacionado não apenas à visão, à audição e a outros de nossos cinco sentidos, mas também a sensações subjetivas. O espaço é o domínio privado de expressão da arquitetura. Por exemplo em uma simples rua no meio da multidão, podemos observar várias pessoas, cada qual com seu estilo, com seu movimento, mas sem ao menos perceber um dinamismo entre luz e sombra se materializa entre uns e outros, dando o contraste entre as dimensões volumétricas.


A luz ainda definirá diferenças entre interior e exterior, enfatizará conexão ou separação, indicará orientação, definirá áreas com tarefas diferenciadas e poderá sugerir movimento. 



É você quem sente uma reação interna crescer lentamente quando uma ordem geométrica estática adquire uma presença dinâmica em sua consciência. Despertar emoções e sensações é um resultado da arquitetura e da arte. 

Luz e Sombra revelando beleza para poucos. 



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Olá!

Continuando o assunto café, ai vai uma lista de acordo com o UCityGuides, dos cafés mais bonitos do mundo... então vamos lá!

1- Hungria, Budapeste - New York - Café




O Hotel "New York Palace" de que faz parte o café de Nova York, foi construído em estilo eclético entre os anos 1891 e 1895. E o café New York se encontra no andar térreo daquele hotel, que hoje pertence e leva o nome do grupo internacional Boscolo Budapest Hotel. O café já mantém sua lendária denominação, sendo por sinal um ponto de passagem obrigatória na cidade. Uma lenda viva que no início do séc. XX atraía a elite cultural da cidade. 


Alfred Eisenstaedt - Kiss in Times Square - 1945 
(Beijo na Times Square) - Uma representação da Elite andante do séc. XX

O exterior do café está adornado com estátuas de bronze, enquanto, o seu interior impressiona já em seu pé direito todo monumental, com seus frescos elegantes e candelabros como elementos decorativos de iluminação. Já as linhas modernas das mesas e sofás são parte de um primoroso contraste. 





2- Itália, Veneza - Café Florian



Localizado em uma posição privilegiada sob as arcadas do Procuratie Nuove da Piazza San Marco, no Café Florian ainda pode se sentir as tradições venezianas, ao tempo que é também um ponto de encontro de diversos mundos. 


A Grand Veneza só pode ser vista em seus palácios e museus, mas é em seus cafés históricos que ela pode ser sentida, transpirando ainda os eflúvios da elegância do século XIX, especialmente no mais impressionante de todos, o Caffe Florian, em seu esplendor de afrescos e interior espelhado. Este foi ponto de encontro de muitos artistas e escritores do passado, e no presente se sobressai como um museu vivo, por conta de seu acervo gigantesco cultural, belo e monumental. Ás suas mesas, sentavam-se Charles Dickens, Poust, Byron entre outros escritores de renome.




       
3- Austria, Viena - Café Central



Situado num palácio histórico, o Café Central, como a maioria dos cafés históricos de Viena que passou a receber grande parte de turistas que visitam a cidade, continua a ser uma atração local, oferecendo música clássica durante a tarde. Ele possui pilares de mármore, grandes "chandeliers" e tetos arqueados, que acolheram intelectuais desde a virada do século XIX.


Atualmente com uma frequência mais eclética, o Café Central, ainda é uma lugar que atrai filósofos, escritores. Historicamente consta, que foi nele que Trotsky tenha planejado a Revolução Russa. 




4- Tchecoslováquia, Praga - Café Imperial



O Café Imperial pertence ao Praga Art Deco Imperial Hotel, cinco estrelas, datado em 1914, que está localizado na zona central de Praga, protegido pela UNESCO. Muitos Cafés da grande Praga desapareceram após a Segunda Guerra Mundial, enquanto outros sobreviveram e sua antiga glória foi restaurada - como o Café Imperial. As suas cadeiras são de mogno brilhante trabalhado, com assentos forrados de couro amarelo pálido.




Detalhe das cadeiras em mogno brilhante trabalhado.


O Café Imperial segue sendo o maior desses exemplos, e é conhecido como uma joia do Art Deco. Seu mosaico de azulejos ornamentados é um dos cenários de mais incríveis e belos do mundo, para um café da manhã, chá da tarde, e até uma seleção de pratos Tchecos. O painel de azulejos se situa acima de um outro artisticamente entalhado em madeira. 



As torneiras do banheiro foram fundidas em forma de cisne, de asas em posições de vôo e a bica da torneira coincide com o bico da ave em seu exterior. A restauração do complexo, adicionou um novo toque de classe a este lugar, mantendo a aura da anterior e uma inesquecível atmosfera. Não há muitos lugares como o Imperial em Praga. 

5- França, Paris - Café de La Paix





O Café de La Paix está situado na praça do Opera, em ângulo com o Boulevard des Capucines. Foi projetado pelo mesmo arquiteto que projetou o edifício do Opera de Paris, Charles Garnier. O Café de La Paix foi construído no mais puro estilo de Napoleão III, no piso térreo de um edifício de luxo de Haussmann, que agora abriga o Hotel Inter Continental.



Entre os frequentadores celebres do café no fim do século XIX, destacaram-se Tchaikovski, Massenet, entre outros. Também durante a Belle Epoquê, incluíram-se entre os visitantes, o príncipe de Gales e então futuro rei do Reino Unido, Edward VII. 




6- Portugal, Porto - Café Majestade



É na segunda maior cidade de Portugal que se encontra um dos mais belos cafés do mundo, com o nome de Café Majestade, inaugurado em 1921 com o nome de "Elie", o café esteve desde logo associado a frequência de pessoas distintas da época. O Majestic é um dos mais impressionantes cafés do país e dos mais atraentes do mundo. A partir de sua fachada para seu interior, ele continua a ser um belo cenário para eventos culturais, tornando-o mais do que apenas uma atração turística. 


Em seu estilo Art Noveau na simetria curvilínea das molduras em madeira, nos grandes espelhos intercalados por candeeiros em metal trabalhado, que delimitam as parede num inteligente jogo óptico de amplitude, conserve todo o seu antigo esplendor e convida a reviver a fascinante Belle Epoquê. 


7- Brasil, Rio de Janeiro - Confeitaria Colombo



Fundada em 1894, a Confeitaria Colombo mantém até hoje seu estilo original: art noveau de 1913. São 4 andares com 3 amplos salões decorados com 8 espelhos belgas bisotados, todos emoldurados em jacarandá. Seus balcões são de mármore italiano, e o mobiliário de todos os salões requintado. Cinco cristaleiras abrigam louças do princípio do século e taças de cristal bordadas de ouro.



Culminando um pouco mais, temos o teto no quarto andar, onde é uma claraboia em mosaicos coloridos, banhando todo o restaurante com luz natural, fora seus afrescos e atrativos ecléticos que dão charme ao lugar. Entre seus visitantes ilustres, destacavam-se o Rei da Bélgica em 1920, e a Rainha Elizabeth da Inglaterra em 1968. Além de Olavo Bilac, que foi também "habitante" do Colombo, outros importantes nomes brasileiros frequentaram, como, José do Patrocínio, Oscar Lopes, Luis Marat, Plácio Júnior, Carlos Manoel, Pedro Rabelo, Padre Severiano e Lima Barreto. Da roda de presidentes da república notavam em destaque Getúlio Vargas e Jucelino Kubtschek. 



8- Itália, Nápoles - Cafe Gambrinus



Gambrinus é um dos o café mais charmoso e elegante do mundo. Tem 150 anos de idade , mas se eleva muito bem. Ele foi aberto após a unificação da Itália, em 1860, no piso térreo do edifício conhecido como "o pomar de pêssego ", uma construção de 1816 , no momento em anexo ao Palácio Real e é agora a sede da Prefeitura . Ele foi originalmente chamado de " Excelente café" e esquecido a Piazza del Plebiscito e do Palácio Real , mas também era conhecido como " Café das sete portas " por causa das inúmeras aberturas. Em pouco tempo , tornou-se o ponto de encontro da cidade aristocracia graças ao trabalho de pastelaria fina e geladarias e bartenders de toda a Europa. 


Tendo-se tornado um " Fornecedor da Casa Real ", depois de alguns anos, o clube iniciou um breve declínio , levou uma mudança de gestão e uma transformação radical pelo arquiteto Antonio Curri , para torná-lo tornar-se um recipiente valioso de obras de arte . Era 1890 e Gran Caffè torna-se uma galeria de arte valiosas e foi um dos primeiros a ser equipado com iluminação elétrica . Ele mudou o nome para " Gran Caffè Gambrinus " , inspirou o lendário rei de Flandres inventor da cerveja. A nova tomada imediatamente tornou-se " o coração da vida social, cultura e literatura da cidade. "


Passou por ali os belos reis e rainhas locais  políticos e jornalistas, escritores e artistas de renome que faziam tornar-se um ponto de encontro e um café literário. As salas teria hospedado celebridades de todos os países, como Oscar Wilde, Ernest Hemingway, Jean Paul Sartre, Ernest Murolo , Eduardo Scarpetta, Toto, os irmãos De Filippo, Salvatore Di Giacomo, Eduardo Scarfoglio, Gabrielle D' Annunzio (poeta e dramaturgo italiano), que em uma mesa de café escreveu a poesia famosa O Vuchella, mais tarde musicalizada por FP Tosti (compositor Italiano) e registrada por Caruso (músico italiano), que por sinal é um dos meus favoritos, além de outros nomes, Ferdinando Russo, Enrico De Nicola , Giovanni Porzio , Libero Bovio , os pintores Morelli , Altamura , Casciaro , Caprile , Dalbono e muitos outros até os Presidentes da República Italiana de que quando eles vêm para casa Rosbery nunca abrir mão de um bom café Gambrinus. A decoração interna do Gambrinus foi confiada aos melhores pintores da escola Napolitana, e hoje ainda pode se admirar seus afrescos, como também seus frisos florais que anunciavam a arte em si. 




9- Argentina, Buenos Aires - Parque Palermo - Café Tortoni 



Fundado em 1858, o bar Café Tortoni é o mais antigo da Argentina. Só em 1880 foi transladado para seu lugar atual, mas sua entrada era para a avenida Rivadavia, e a partir de 1898 que foi transferida para a avenida 8 de Maio. O Tortoni é o paradigma do café portenho, mas pouco se sabe de suas origens. Dificilmente um imigrante francês de nome de família Touan, decidiu inaugurá-la até o final de 1858, ele tomou emprestado o nome de um estabelecimento de Boulevard des Italiens , em que a elite da cultura parisiense do século XIX costumavam ter reuniões. Até o final do século, o bar foi comprada por outra francesa : Don Celestino Curutchet , a quem o poeta Além Iragorri descrito como ... " o homem sábio típico francês velho ....". Ligeira do corpo e forte de espírito, ele usou o botão estendida clássico, os olhos mais vivos e usou uma touca árabe de seda preta , quase uma faixa personagem cômico que acrescentou mais um sotaque peculiar para a aparência do lugar.


O Tortoni foi referência obrigatória para ser alguém na Cultura argentina no século XX. Jorges Luis Borges e Carlos Gardel, nomes grandes que a Argentina deu ao Mundo, eram frequentadores assíduos. Dizia-se que Borges e seus companheiros eram pobres e gastavam pouco, mas davam notoriedade à casa. O outrora local era frequentado por um grupo de pintores, escritores , jornalistas e músicos que formaram o Agrupamento de Povo de Artes e Letras , liderado por Benito Quinquela Martin. Em maio de 1926 eles formam a rocha , e solicitar a Dom Celestino Curutchet , que lhes permite usar o armazém do subsolo . O proprietário aceitou encantado, porque de acordo com as suas palavras ... "Artistas gastar muito pouco, mas eles fazem o famoso café ". 


Entre a sua coberta, com paredes de tábuas, ao lado de suas mesas de carvalho e mármore verde, eles sentados Alfonsina Storni , Benito Quinquela Martin, Carlos Gardel , Luigi Pirandello, Federico Garcia Lorca e Arturo Rubinstein entre outros artistas . Hoje além de uma notável biblioteca, a casa oferece lugar para ler, apreciar pintura, ouvir música, dançar, jantar, ver espetáculos, coversar, jogar snooker, escutar poesia... uma agregação cultural. 




10- Itália, Roma - Café Greco



Em uma das ruas mais famosas e luxuosas de Roma, a Via Dei Condotti, há mais de 250 anos se encontra o Café Greco, que desde então já servia café para muitas figuras históricas da Europa, e continua sendo um refúgio para intelectuais e políticos de hoje, em uma atmosfera tradicional e marcante. O Antico Caffè Greco (às vezes chamado simplesmente de Café Greco) é um marco histórico café, que talvez seja o bar mais conhecido e mais antigo em Roma e dentro Itália, só sede esse posto ao Caffè Florian, em Veneza, de data mais "velha". 

Arquivo do Café Greco



Elite frequentadora do Café Greco


Sob uma decoração a base de espelho, pinturas românicas, dourados, madeiras, mármore e mobiliários de época que distribuem um charme único, para cada uma das pequenas salas que compõem seu interior, fizeram do café um lugar emblemático e inesquecível, além de ter introduzido o cenário musical neste ambiente, com presenças notáveis de artistas músicos do século XVIII e XIX. 



Bom este foi um pouquinho dos 10 cafés mais belos do mundo... fica a dica para um bom lugar pra se tomar um café da manhã, ou um chá da tarde, ou apenas conversar, ler, passar o tempo, ou apreciar a arquitetura, o que se tem de belo, em GRANDE ESTILO.

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